Laboratório de Mecânica Licenciatura em Física — IFMG campus Ouro Preto TRILHA DE APRENDIZAGEM Projeto Executivo Julio Azevedo Ouro Preto, setembro de 2026 A Ciência e a ArteO Pavilhão de Física ao anoitecer. O céu já azul-escuro sobre a serra, uma árvore florida em roxo na frente, e na lateral do prédio uma fileira de janelas acesas. É dentro delas que esta disciplina acontece: às terças, das 20:50 às 22:30, no mesmo laboratório onde a Introdução ao Laboratório acabou de terminar. A imagem da capa não é decorativa: é a situação da disciplina posta em uma fotografia. O laboratório é o mesmo; a pergunta mudou. No turno anterior, alguém aprendeu a medir. Neste, quem entra já sabe medir — e já estudou, em Mecânica I, as leis que explicam por que um carrinho acelera, uma mola estica e um corpo flutua. O que ainda não fez foi o gesto que separa quem conhece uma lei de quem a entende: pô-la à prova. Há uma segunda leitura, mais silenciosa. Uma janela acesa à noite é uma promessa de que alguém, lá dentro, está conferindo alguma coisa. A Mecânica que se estuda no quadro é um conjunto de previsões; a bancada é o lugar onde cada previsão pode falhar. E ela falha: o carrinho chega mais devagar do que a segunda lei diz, a mola deixa de ser linear, a rampa não entrega g sen θ. Nenhum desses desvios é defeito do experimento. Cada um é a notícia de uma hipótese que o modelo fez e o mundo não confirmou — o atrito que foi desprezado, o limite elástico que foi ignorado, o ar que não entrou na conta. O estudante que entra nesse laboratório no 4.º período recebe, então, uma pergunta de outra natureza: não quanto deu?, mas o modelo que você estudou aguenta o que a bancada vai dizer? A resposta honesta nunca é “sim” ou “não”. É uma comparação: a previsão, o ajuste, a incerteza dos dois — e, quando não fecham, o nome da hipótese que falhou. E há aqui a dobra que dá razão a este curso: quem responde é um futuro professor. Daqui a alguns anos será ele quem mostrará a uma turma que um modelo pode falhar — e que isso não é derrota da Física, é o modo como ela avança.
Ficha catalográficaDADOS INTERNACIONAIS DE CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO (CIP)
Classificação provisória, a conferir com bibliotecário antes de qualquer submissão. | ||||||||
Licenciatura em Física · LFI · Laboratório de Mecânica · LMEProjeto Executivo · v1 · Primeira edição · 2026 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
NOTA DE LEITURA — para quem é este documentoEste documento descreve o projeto da disciplina Laboratório
de Mecânica (LME), código À Coordenação e ao Colegiado do curso, ele responde o que a disciplina faz com as suas 30 horas, como se apoia nos seus dois pré-requisitos — a Introdução ao Laboratório (6086) e Mecânica I (6018) — e o que já existe pronto. Acompanha a proposta de ementa v3 e o Plano de Ensino 2026.2-v3, que estão publicados na aba Documentos do site. Aos estudantes da LME, ele mostra o desenho inteiro
antes do primeiro encontro: o que se põe à prova em cada trilha, o que
se entrega, quanto vale e por quê. A versão de leitura fica no site da
disciplina, em A quem avalia projetos — editais, agências de fomento, bancas —, ele reúne em um só lugar o que costuma ficar espalhado: método, material produzido, estado de execução e a tese pedagógica que sustenta o conjunto. Aos colegas professores, ele oferece o modelo para reúso. A seção 11 descreve como adotá-lo em outra disciplina, e a resposta curta é que o que se copia não são os experimentos de Mecânica: é a sequência previsão → medição → decisão e a arquitetura de três paradas que a sustenta. Os números deste documento têm data: 17 de setembro de 2026. O que estiver escrito como pronto foi conferido no disco e no site nessa data; o que estiver escrito como previsto é previsão, e está marcado como tal. SUMÁRIO EXECUTIVOA LME é o segundo laboratório do curso e o primeiro vinculado a uma disciplina teórica: a ementa manda realizar experimentos “em congruência com as disciplinas Mecânica I e II”. Na Introdução ao Laboratório o experimento é veículo — mede-se para aprender a medir. Aqui ele é objeto: o modelo da Mecânica é posto à prova contra o dado e a incerteza. Essa virada é a tese deste projeto e está na seção 9. O semestre está organizado em 13 trilhas — T0A e T0B de ambientação, T01 a T11 de bancada —, agrupadas em 3 temas. O Tema 0 prepara a entrada; o Tema 1 (T01 a T05) nivela a turma no tratamento de dados, um capítulo da bibliografia básica por trilha; o Tema 2 (T06 a T11) segue a sequência de Mecânica I e II — leis de Newton, forças, plano inclinado, colisões e hidrostática. A ordem não é negociável: sem o instrumental do Tema 1, uma discrepância no Tema 2 não distingue modelo errado de medida malfeita. Toda trilha de bancada repete a mesma sequência: a previsão do modelo, registrada antes da coleta; a medição com incerteza; o ajuste e a decisão — o modelo é compatível com o dado, dentro da incerteza? Se não, qual hipótese falhou? Muda o experimento; não muda a pergunta. Cada trilha é percorrida em três paradas — Pré-Lab, Lab e Pós-Lab —, com até 16 objetos de aprendizagem, os mesmos da Introdução ao Laboratório, adaptados a esta disciplina. A lista canônica vive em código, e dela saem a página do método, a folha de QR e o cartaz. A dobra da licenciatura ganha aqui uma pergunta a mais: além de como eu levaria esta medida a uma turma de ensino médio?, o licenciando responde como eu mostraria a essa turma que o modelo pode falhar? Em 17/09/2026 já existem, publicados e no ar: o site da disciplina, as 13 trilhas planejadas em detalhe, a T0A completa com 5 objetos de aprendizagem, a T0B completa com 9, 13 figuras próprias, os quatro áudios das duas trilhas e a infraestrutura de publicação. As 11 trilhas de bancada estão planejadas e ainda sem material. A primeira aula é em 29/09/2026. 1. A DISCIPLINA EM UMA PÁGINA
A pergunta da disciplina é uma só, e não muda de trilha para trilha: o modelo explica o dado, dentro da incerteza? O que muda é o modelo em teste e o acervo de instrumentos que permite testá-lo. Em quinze encontros, o estudante sai de uma leitura de régua com resolução declarada e chega a duas somas de momento linear comparadas antes e depois de uma colisão — passando, no meio do caminho, pela primeira previsão da segunda lei que ele mesmo registra antes de medir. Os dois pré-requisitos dizem juntos o que a LME supõe: quem chega aqui sabe medir e sabe o modelo. A Introdução ao Laboratório entregou o método de medida; Mecânica I entregou as leis. O que a LME acrescenta é o encontro dos dois — e o critério para decidir quando eles concordam. 2. O ACERVO QUE CRESCE — E O QUE ELE PERMITE PERGUNTARUm laboratório de ensino não tem tudo, nem tudo ao mesmo tempo. A LME divide o laboratório com a Introdução ao Laboratório, que o ocupa no horário anterior, e herda dela o princípio de organização: o acervo entra em camadas, e nenhuma camada abandona a anterior. Quem chega à T11 mede com régua, paquímetro, balança, cronômetro, sensores, dinamômetro e manômetro, e trata os dados com todas as ferramentas do Tema 1. Mas aqui a camada nova não acrescenta só um instrumento. Ela acrescenta uma pergunta que se pode fazer ao modelo.
A coluna da direita é a que importa para quem lê este documento de fora. O produto do tratamento muda de natureza ao longo do semestre: começa como um número, vira uma curva e termina como um juízo sobre uma lei. No Tema 1 o estudante responde quanto vale e com que forma. No Tema 2 responde esta lei se sustenta nos meus dados — e, se não, por quê? A lista de instrumentos é proposta: cada trilha só vai à bancada depois de o seu Inventário de Equipamento ser conferido contra o acervo real do laboratório. O Anexo D traz a lista completa, trilha a trilha. 3. A ANATOMIA DE UMA TRILHAUma trilha é o percurso completo de um experimento, da previsão escrita em casa até o relatório que decide sobre ela. São três paradas, e elas existem porque o tempo de bancada é curto e dividido: os 100 minutos do encontro, num laboratório que acabou de sair de outra turma, precisam ser gastos medindo, e não descobrindo o que se ia testar.
3.1 Os 16 objetos de aprendizagemA disciplina usa os 16 tipos de objeto de aprendizagem (OA) da Introdução ao Laboratório, distribuídos pelas mesmas três paradas. Os tipos são os mesmos; o conteúdo de cada um é escrito para a LME. A lista descreve a disciplina, não uma trilha: cada trilha publica o que a sua natureza pede, e nenhuma publica os dezesseis.
Três observações que evitam mal-entendidos de leitura: Na LME, a previsão entra na sequência. A ordem recomendada do Pré-Lab é áudio, cartões, Texto Temático, Roteiro e Apresentação — e então a previsão escrita, antes da ficha de preparação. Quem chega à bancada sem ela não tem o que testar. A T0A é exceção de trilha, não de disciplina. Por ser encontro de ambientação, em que não se mede nada, ela entrega cinco dos dezesseis — Texto Temático, Resumo em Áudio, Cartões Didáticos, Roteiro de Bancada de reconhecimento e Apresentação — e não tem Pós-Lab. A lista canônica vive em código, não em prosa. Ela
está em 3.2 O Texto Temático: três eixos e um destinoO Texto Temático é a peça mais longa do Pré-Lab e a que carrega a identidade do projeto. Cada tópico integra simultaneamente os três eixos da Licenciatura, adaptados à LME. Eixo Didático — como o licenciando levaria aquilo a uma escola e, na LME, como mostraria a uma turma que o modelo pode falhar. Eixo Histórico-Cultural — Ouro Preto, a Escola de Minas, o Quadrilátero Ferrífero, aplicados à história de como as leis da Mecânica foram postas à prova, e não só enunciadas. Eixo Metrológico — incerteza, resolução, rastreabilidade e o Sistema Internacional de Unidades: o vocabulário sem o qual nenhuma decisão sobre o modelo se sustenta. E cada tópico fecha com um parágrafo curto de destino do modelo — onde a Mecânica testada na bancada decide algo fora do laboratório, no Quadrilátero Ferrífero: a força para acelerar uma vagoneta, a constante das molas de uma peneira vibratória, o atrito numa correia transportadora, a pressão na base de uma barragem de rejeito. Na Introdução ao Laboratório a mineração era o destino da medida; aqui é o destino do modelo. Nunca é conteúdo obrigatório da medição. Sofia e Pedro, os protagonistas das trilhas do ecossistema, aparecem como a turma de ensino médio que o licenciando imagina — nunca como os estudantes da LME, que são adultos e futuros professores. Cada trilha carrega ainda três epígrafes — uma de pensador, que abre o Texto Temático; uma de cientista, que abre o Roteiro de Bancada; e uma de artista, que fecha a trilha na seção Ciência e Arte. Na T0A são Bacon, Marie Curie e Guimarães Rosa; na T0B, Pascal, Fermi e o filme Powers of Ten, de Charles e Ray Eames. 3.3 O Roteiro de BancadaO Roteiro de Bancada é o documento que vai para a mesa e volta com os dados. É a peça de maior peso avaliativo da trilha (40 %), e o que se avalia nele não é o acerto do resultado: é a conduta de segurança, a montagem, o registro completo e legível dos dados e a reprodutibilidade. Na LME, o Roteiro de Bancada tem uma ordem que não se inverte: a previsão vem antes, datada; o dado bruto vem durante, com as condições da medida; a decisão vem depois. E uma regra que vem da Introdução ao Laboratório: o dado bruto não se apaga nem se corrige — anota-se ao lado. Uma previsão reescrita depois da coleta deixa de ser previsão, e o teste do modelo perde o objeto. 4. AS 13 TRILHAS
O critério de agrupamento é declarado: o Tema 1 segue os capítulos de LIMA; ZAPPA (2014), um por trilha, e o Tema 2 segue a sequência de Mecânica I e II, na ordem dos roteiros do Laboratório Virtual da UFC e de CAMPOS; ALVES; SPEZIALI (2008). Três passagens merecem destaque. A T0B já pratica a tese, antes de qualquer instrumento de Mecânica. O seu terceiro tópico se chama a estimativa como primeiro modelo: antes de medir, o estudante estima a ordem de grandeza e escreve por quê. É a previsão em forma mínima — e a epígrafe do Roteiro de Bancada é a de Fermi, que estimou a energia de uma explosão com pedaços de papel soltos ao vento. T04 e T05 são a ponte. A reta ajustada da T04 e a curva linearizada da T05 são o último instrumental do Tema 1 e o primeiro do Tema 2. Até aqui o estudante perguntava ao dado qual curva ele escolhe; a partir da T06, o modelo diz a curva antes e o dado responde se aceita. T09 transforma uma falha do modelo em medida. A aceleração no plano inclinado raramente é g sen θ. Em vez de tratar a diferença como erro, a trilha a usa: a discrepância entre o previsto sem atrito e o medido estima o coeficiente de atrito. É a passagem que resume a disciplina — o modelo que falha, quando a falha é bem medida, ensina mais do que o modelo que acerta. 5. O NIVELAMENTO — O INSTRUMENTAL ANTES DO CONFRONTOUm terço do semestre é gasto em tratamento de dados antes de a Mecânica entrar. Isso pode parecer desvio numa disciplina que existe para testar leis. É o contrário: é a condição para que o teste signifique alguma coisa. A razão é operacional. Quando a aceleração medida não bate com a prevista, há duas explicações possíveis: o modelo não vale ali, ou a medida está mal feita. Só quem sabe estimar e propagar incertezas, ajustar uma reta e ler o seu coeficiente com unidade e dúvida consegue separar uma coisa da outra. Sem esse instrumental, toda discrepância vira “erro experimental”, e o modelo nunca chega a ser testado. E há uma razão de turma. Parte dos estudantes cursou a Introdução ao Laboratório antes da sua reformulação, quando propagação de incertezas e ajuste de curvas não eram tratados de modo sistemático. O Tema 1 nivela todos no mesmo instrumental, na mesma nomenclatura, a partir do mesmo livro-base. A sequência do Tema 1 tem uma progressão própria: T01 — o número. Ler cada instrumento com o dígito duvidoso e escrever o resultado com os algarismos significativos que a resolução permite. T02 — a dúvida. Incertezas de tipo A e B, propagadas até uma medida indireta: ( valor ± incerteza ) unidade. T03 — o padrão. Uma coluna longa de repetições vira histograma, média e desvio padrão — e o estudante reconhece a forma do acaso. T04 — a reta. Duas grandezas, um gráfico, mínimos quadrados, e um coeficiente angular com significado físico e incerteza. T05 — a curva. Relações de potência e exponenciais, linearizadas em escala logarítmica, com expoente e coeficiente extraídos com incerteza. O Fechamento 1 (E8, 17/11) devolve os relatórios do Tema 1 antes de a Mecânica começar. O erro corrigido ali é o que não se repetirá no Tema 2, onde custaria uma decisão errada sobre uma lei. 5.1 Segurança e inventário: pré-condição, não etapaA Mecânica traz riscos que a Introdução ao Laboratório não tinha: massas suspensas, molas tensionadas, carrinhos em trilho, colisões e fluido na bancada. Segurança entra, por isso, como pré-condição de bancada, em duas peças do Pré-Lab — o Inventário de Equipamento (IE), com nome, função e menor divisão de cada instrumento, e o Checklist de Segurança (CS), com os cuidados e os equipamentos de proteção individual da prática. Duas regras próprias da LME. Sem inventário, sem aula: nenhuma trilha vai à bancada sem o IE conferido contra o acervo. E o laboratório é compartilhado: a LME entra logo depois da ILB, e as suas montagens são conferidas no início do encontro e desmontadas ao final. O termo de segurança é assinado na T0A e é pré-requisito da bancada da T01. 6. O ECOSSISTEMA DIGITAL DA LMETodo o material da disciplina é digital por padrão e impresso por exceção. O que vai para a bancada se imprime; o resto vive no site, aberto, sem senha e sem plataforma intermediária. O site. O trilho de sete abas. Todo objeto de aprendizagem digital carrega a mesma navegação lateral, na mesma ordem: Site, Método, Documentos, Música, Ineditismo, Créditos e Referência. O conteúdo dessas abas tem fonte única em código; nenhuma é escrita à mão no HTML. Cabeçalho e rodapé são padronizados por script. O cabeçalho traz o prisma da Licenciatura, a marca da LME, o código e o título da trilha, o selo do objeto e uma linha de orientação com instrução, tempo e parada. O rodapé traz IFMG e NIDEC, o link de Agradecimentos, a linha institucional e o contador de acessos da página. Nada disso é escrito à mão. Identidade visual. Verde-quadro Laboratórios virtuais. O Laboratório Virtual de Física da UFC, as animações de V. Vaščák e as simulações PhET da University of Colorado Boulder são gratuitos e sem cadastro. Entram no Pré-Lab, para preparar a montagem, e no Pós-Lab, para repetir ou estender a coleta — e servem ao licenciando como recurso para a escola sem laboratório. O que ainda não existe. Não há coletor de respostas por matrícula na LME, nem a página Minhas Entregas: os dois dependem da turma atribuída no sistema acadêmico e serão herdados do que já roda nas disciplinas do curso técnico. Até lá, os relatórios são entregues pelo canal divulgado no site na T0A. 7. AVALIAÇÃO
Os pesos valem das trilhas T01 a T11. T0A e T0B são encontros de ambientação, sem nota: cobra-se a presença e, na T0A, o termo de segurança assinado. Quem faltar em 29/09 assina o termo antes de 13/10, com a monitoria. Três decisões de desenho merecem justificativa. Errar a previsão não tira nota; deixar de decidir, sim. A ficha do Pré-Lab avalia o preparo, não o acerto. Uma previsão errada, honestamente registrada e depois confrontada com o dado, é exatamente o que a disciplina quer produzir. O que o Relatório Completo cobra é a decisão: o ajuste é compatível com a previsão dentro da incerteza? Se não, qual hipótese do modelo falhou? Um relatório que não responde isso não terminou. O peso maior está na bancada. São 40 % para o Roteiro de Bancada. É na bancada que acontece o que só acontece ali: relatório se refaz, medida perdida não se recupera. Dar peso ao registro é dar peso ao dado — e à previsão escrita antes dele. São dois relatórios, com prazos deliberadamente desiguais. O Relatório Mínimo tem uma página e vence em um dia: existe para impedir o dado de esfriar. O Relatório Completo vence em seis dias e é onde entram o ajuste, o confronto e a decisão. Os fechamentos E8 (17/11) e E15 (26/01/2027) devolvem os relatórios de cada tema, com reapresentação da análise corrigida; o E15 inclui a recuperação, aplicada sobre o confronto entre modelo e dado a partir de um conjunto de dados fornecido. Aprovação: 75 % de frequência e 60 % de rendimento, conforme o Regulamento de Ensino do IFMG (Resolução n.º 01/2026). Nenhum instrumento isolado ultrapassa 40 %. Exame final em 24 e 25/02/2027. Estudante que perder um encontro de bancada por motivo justificado repõe a coleta com a monitoria, usando o mesmo Roteiro de Bancada; encontro que não ocorrer é reposto nas reservas de 02/02 e 16/02/2027. 8. O PROTOCOLO COMUM — PREVISÃO, MEDIÇÃO, DECISÃOSe este documento tivesse de ser resumido em uma frase, seria esta: muda o experimento, não muda a pergunta que se faz ao modelo. Toda trilha de bancada repete três passos, na mesma ordem: 1. A previsão do modelo. O que a Mecânica diz que deve acontecer — escrito antes da coleta, com as hipóteses do modelo listadas: sem atrito, massa da polia desprezível, mola dentro do limite elástico, fluido em repouso. É a lista de hipóteses que torna a decisão possível depois. 2. A medição com incerteza. Tabelas e gráficos na nomenclatura da bibliografia básica, com dado bruto na unidade do instrumento e a incerteza declarada. É o instrumental da Introdução ao Laboratório, nivelado no Tema 1. 3. O ajuste e a decisão. Ajuste linear ou não linear, parâmetros com unidade e incerteza — e a comparação com a previsão. O modelo é compatível com o dado, dentro da incerteza? Se não, qual das hipóteses listadas no passo 1 falhou? As três etapas da Introdução ao Laboratório — incerteza, tabela e gráfico, ajuste — não somem aqui: viram o instrumental do segundo e do terceiro passos. O que a LME acrescenta é o primeiro passo, e a decisão no fim. A repetição é intencional: onze experimentos diferentes, uma só pergunta a aprender a fazer. 8.1 A decisão tem critério, não opinião“Deu perto” não é decisão. A comparação entre previsão e ajuste é quantitativa: a diferença entre os dois é confrontada com a incerteza dos dois. A decisão correta nunca é “sim” ou “não” solto; é uma frase de outra natureza — a aceleração ajustada é compatível com a prevista dentro da incerteza medida, ou não é, e o desvio tem o sentido que o atrito explicaria. O critério numérico de compatibilidade é conteúdo do Tema 1 e será fixado na Camada 2 da T02, antes de ser usado sem mudança até a T11 (previsto). O Anexo C traz o cartão de bancada da decisão. 8.2 Ajuste assistido por inteligência artificialO ajuste de curvas nesta disciplina pode ser assistido por inteligência artificial, a partir da T01, sempre com conferência do estudante e com o uso declarado no relatório. A conferência tem quatro itens: a coerência dimensional do parâmetro; a ordem de grandeza do valor, contra o que a montagem permitia; o comportamento dos resíduos, que denuncia modelo errado mesmo quando o parâmetro parece razoável; e — o item que é próprio da LME — se o parâmetro ajustado tem o significado físico que o modelo diz que ele tem. Esse quarto item é a tese em miniatura. Um ajuste automático sempre devolve números; só quem sabe o que o modelo afirma consegue perguntar se aqueles números são a grandeza que a lei previa ou um artefato do ajuste. 9. A TESE — O EXPERIMENTO COMO OBJETO9.1 O problema que ela resolveHá um modo comum de fazer laboratório de Mecânica: enuncia-se a lei, monta-se o experimento que a “comprova”, mede-se e, no fim, escreve-se uma frase sobre erros experimentais que explica por que o resultado não deu o valor do livro. O experimento vira ilustração de uma lei que ninguém pôs em dúvida. A discrepância vira desculpa. O custo disso é alto, e é pago mais tarde. Um professor formado assim ensina a Física como coleção de verdades confirmadas, e não como o conjunto de modelos que resistiram, até agora, às tentativas de derrubá-los. E diante do aluno que mediu um valor “errado”, ele não tem o que dizer além de “refaça”. 9.2 O que é tratar o experimento como objetoNa Introdução ao Laboratório, o experimento é veículo: mede-se para aprender a medir, e a Mecânica entra porque é o que se consegue medir no 2.º período. Na LME ele é objeto: mede-se para pôr o modelo à prova. O foco sai do instrumento e vai para a lei. Isso muda três coisas no desenho da trilha: Muda a ordem. A previsão vem antes da coleta, escrita e datada, com as hipóteses do modelo listadas. Na Introdução ao Laboratório a previsão era um exercício de preparo; aqui ela é o objeto do teste. Muda o que conta como resultado. O resultado não é o valor medido; é a decisão sobre o modelo. Uma trilha em que o modelo falha e a falha é bem explicada é uma trilha bem-sucedida. Muda o que se cobra do estudante. Não se cobra acerto de previsão — cobra-se o confronto. O critério novo do Relatório Completo é exatamente esse: o ajuste é compatível com a previsão dentro da incerteza? Se não, qual hipótese falhou? 9.3 O ponto exato em que a tese aconteceA tese não é um princípio vago; ela tem dois pontos definidos no material, e é o que a torna verificável. Ela acontece no Roteiro de Bancada, na linha da previsão, antes da primeira medida. Uma previsão escrita depois da coleta não testa nada — e é por isso que o dado bruto não se apaga e a previsão não se reescreve. E ela acontece no Relatório Completo, na seção de decisão, onde a hipótese violada precisa ser nomeada. “O experimento deu errado” não é decisão aceitável; “o modelo sem atrito não explica o dado, e o desvio tem o sentido que o atrito cinético explicaria” é. 9.4 A tese nas trilhas da LMEO Tema 2 foi desenhado para que cada trilha ponha à prova um modelo de modo diferente — e é nos exemplos que a tese deixa de ser afirmação. T06 — a previsão antes da reta. Pela segunda lei, a aceleração do carrinho é proporcional à força resultante. O estudante escreve a reta prevista antes de medir; o ajuste diz se o dado aceita. Quando não aceita, a primeira hipótese a nomear é o atrito que o modelo desprezou. T07 — o limite de validade. A lei de Hooke é linear, até não ser mais. A trilha não pede para “comprovar Hooke”: pede para localizar, no gráfico, onde o modelo deixa de valer. Um modelo com domínio declarado é um modelo compreendido. T08 — dois modelos, um dado. A velocidade terminal de uma esfera num fluido pode ser descrita por arrasto linear ou quadrático. O estudante não sabe de antemão qual vale: é o ajuste que decide entre modelos concorrentes. T09 — a falha que vira medida. A aceleração no plano inclinado não é g sen θ. A discrepância, bem medida, estima o coeficiente de atrito. O modelo que falha passa a ser instrumento. T10 — o que se conserva. Numa colisão inelástica, o momento linear se conserva e a energia cinética não. O estudante compara as duas somas, antes e depois, e decide com a incerteza na mão o que sobreviveu à batida — e onde foi parar o que não sobreviveu. T11 — a lei que mede. Stevin e Arquimedes, verificados por ajuste; e, uma vez aceitos, o coeficiente ajustado dá a densidade do fluido com incerteza. O modelo confirmado vira instrumento de medida. E a tese já aparece antes da Mecânica: na T0A, a previsão entra na sequência de estudo do Pré-Lab; na T0B, a estimativa de ordem de grandeza é tratada como o primeiro modelo, escrita antes da medida e confrontada com ela. 9.5 A dobra da licenciatura, com uma pergunta a maisNa Introdução ao Laboratório, a dobra da licenciatura pergunta como o licenciando levaria aquela medida a uma turma de ensino médio. Na LME ela pergunta mais: como eu mostraria a essa turma que o modelo pode falhar? A pergunta tem resposta técnica, e é por isso que ela ensina. Numa escola sem laboratório, com um carrinho de brinquedo e o cronômetro do celular, a segunda lei também falha — e a turma pode descobrir o atrito sozinha, se o professor souber pedir a previsão antes. O licenciando que viveu isso na LME tem o que levar. 9.6 Três níveis de implementaçãoNível 1 — a previsão registrada antes da coleta. Implementado no material publicado: a previsão está na sequência do Pré-Lab da T0A e a estimativa como primeiro modelo, na T0B. Em toda trilha de bancada, a ficha do Pré-Lab e o Roteiro de Bancada terão a linha da previsão. Custo zero de infraestrutura. Nível 2 — a decisão com critério e a hipótese nomeada. Já é critério do Relatório Completo no Plano de Ensino v3. O critério numérico entra na T02 e a primeira aplicação plena é na T06, em 24/11 (previsto). Nível 3 — a atividade que o licenciando produz. No fecho do semestre, cada estudante entregaria uma proposta de atividade para a educação básica em que um modelo falha diante da turma, com a previsão, a montagem acessível e a hipótese que a turma deveria nomear. Proposta a avaliar com a Coordenação; não está no plano de 2026.2. 9.7 O que muda na avaliaçãoOs pesos são os mesmos da Introdução ao Laboratório — 20, 40, 15 e 25 %. O que muda é um critério: o Relatório Completo passa a avaliar a decisão sobre o modelo. É uma mudança deliberadamente pequena: a tese cabe na distribuição de pesos já aprovada e não pede mudança de regulamento. 9.8 Riscos — o que pode dar erradoCulpar o modelo pela medida malfeita. O risco maior. Um estudante sem instrumental atribui ao atrito o que foi erro de leitura. A salvaguarda é o Tema 1 inteiro antes do Tema 2, e o Fechamento 1 entre os dois. A decisão virar sim ou não. Se o critério não for quantitativo, “compatível” vira opinião. A salvaguarda é o critério fixado na T02 e o Anexo C na bancada. O tempo de bancada. São 100 minutos num laboratório compartilhado, com montagem conferida no início e desmontada no fim. A previsão mora no Pré-Lab e a decisão no Pós-Lab; na bancada, mede-se. O acervo. Cada modelo do Tema 2 exige uma montagem que o laboratório pode não ter completa. A salvaguarda é a regra sem inventário, sem aula e a conferência trilha a trilha do Anexo D. 9.9 O pilotoO piloto começa sem custo adicional: T0A e T0B, nos encontros de 29/09 e 06/10, com o nível 1 publicado. O que se observa nelas — se o estudante escreve a previsão antes, e se a estimativa da T0B é confrontada com a medida ou apenas corrigida — decide como a linha da previsão entra na ficha do Pré-Lab a partir da T01, em 13/10. A avaliação é qualitativa e cabe em uma página de registro do professor. 10. ONDE A LME TOCA O CURSO10.1 Mecânica I e IIA ementa da LME é, antes de tudo, uma declaração de vínculo: experimentos “em congruência com as disciplinas Mecânica I e II”. É o vínculo que dá à LME o seu objeto. As leis de Newton, as forças, o plano inclinado, as colisões e a hidrostática do Tema 2 seguem a sequência dessas disciplinas; o estudante chega à bancada tendo visto a lei no quadro e sai tendo visto onde ela vale e onde não vale. A proposta de ementa v3, em análise pela Coordenação, torna esse vínculo explícito: realização de experimentos “nos quais o modelo teórico é confrontado com o dado experimental”. Até a aprovação, vale a ementa em vigor do PPC. 10.2 A Introdução ao LaboratórioA ILB é pré-requisito, e a relação entre as duas é a inversão que este documento enunciou: lá, veículo; aqui, objeto. As duas dividem o laboratório, em horários seguidos, e dividem a infraestrutura digital — os mesmos 16 tipos de objeto, as mesmas três paradas, a mesma paleta. O que não dividem é a pergunta, e é por isso que o material da ILB se adapta, não se copia. 10.3 Instrumentação, Prática de Ensino e a escola básicaA pergunta como eu mostraria que o modelo pode falhar? é uma antecipação do que as disciplinas de Instrumentação e de Prática de Ensino farão com profundidade. A LME planta essa pergunta no 4.º período, com matéria-prima escrita nos relatórios. O destino declarado está fora do IFMG: estágio, programas de iniciação à docência e residência pedagógica levam esses estudantes a escolas que, na maioria, não têm laboratório — e onde um modelo que falha diante da turma pode ser a aula mais bem-sucedida do ano. 10.4 Matemática e tratamento de dadosPropagação de incertezas, histogramas, mínimos quadrados e linearização em escala logarítmica são conteúdo matemático usado aqui com sentido físico. Há espaço de articulação com as disciplinas de Cálculo e de Estatística do curso; ele não está formalizado e é candidato natural a uma conversa de colegiado. 11. COMO ADOTAR O MODELO EM OUTRA DISCIPLINAO que se reusa deste projeto não são os experimentos de Mecânica. É a arquitetura. Ela já foi instanciada quatro vezes no mesmo ecossistema — Física Conceitual 1, Física Experimental 1, Introdução ao Laboratório e esta disciplina —, e o que se repete, sem exceção, é isto: 1. Uma pergunta única para a disciplina inteira. Na LME, o modelo explica o dado, dentro da incerteza?. 2. Uma sequência que se repete em toda trilha. Aqui, previsão → medição → decisão. Sem uma sequência repetida, cada prática vira um curso curto e nada se acumula. 3. Três paradas por trilha, com a de bancada no meio. O que se faz antes existe para que o tempo do encontro seja gasto no que só acontece no encontro. 4. Uma lista canônica de objetos de aprendizagem, em código. É o que impede que o método descrito no site, no cartaz e no papel se separem com o tempo. 5. Um critério explícito de agrupamento das trilhas. Na LME, a ordem da bibliografia: os capítulos do livro-base no Tema 1 e a sequência de Mecânica I e II no Tema 2. 6. Publicação aberta, sem plataforma. Site próprio, endereço estável, material acessível sem senha. Para os outros laboratórios da matriz — Oscilações, Ondas e Termodinâmica; Eletromagnetismo; Física Moderna e Ótica — a LME é o modelo mais próximo, porque todos têm a mesma redação de ementa: experimentos em congruência com uma disciplina teórica. Para eles, o que se transfere é a tese: o experimento como objeto da disciplina teórica, com a previsão escrita antes e a decisão escrita depois. O custo de entrada é baixo: geradores, publicador, templates e skills de autoria já servem quatro disciplinas. 12. ESTADO ATUAL E PRÓXIMOS PASSOS12.1 Números em 17 de setembro de 2026
Os cinco objetos da T0A são Texto Temático, Resumo em Áudio, Cartões Didáticos, Roteiro de Bancada de reconhecimento e Apresentação. Os nove da T0B cobrem as três paradas: Ponto de Partida, Resumo em Áudio, Texto Temático e Testinho no Pré-Lab; Roteiro de Bancada, Apresentação e Provinha no Lab; Relatório Mínimo e Relatório Completo no Pós-Lab. 12.2 O que vem a seguirAté 29/09 — conferência final das duas trilhas de ambientação e do termo de segurança. A partir de 13/10 — as trilhas de bancada, na ordem do plano, a começar pela T01. Cada uma exige Camada 2 aprovada e Inventário de Equipamento conferido antes de qualquer objeto ser gerado; é a regra que protege o material de nascer sem critério. Até 17/11 — o Tema 1 completo e o Fechamento 1, antes da primeira trilha de Mecânica. Sem data definida — o critério numérico de compatibilidade (T02), a matriz de música própria da LME, a classificação catalográfica com bibliotecário, o cartaz A3 com QR, a lista de presença e o coletor de respostas por matrícula, que depende da turma atribuída no sistema acadêmico. 13. FICHA TÉCNICAProjeto: Trilhas de Aprendizagem — Laboratório de
Mecânica (LME) Bibliografia básica da disciplina LIMA, C. R. A.; ZAPPA, F. Análise de dados para laboratório de física. Juiz de Fora: UFJF, 2014. CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; SPEZIALI, N. L. Física experimental básica na universidade. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008. SANTORO, A. et al. Estimativas e erros em experimentos de física. 2. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013. Bibliografia complementar VUOLO, J. H. Fundamentos da teoria de erros. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1996. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Laboratório virtual de física: mecânica. Fortaleza: UFC, 2020. VAŠČÁK, V. Physics at school: I. Mechanics. Morávia: Vladimír Vaščák, [20–]. UNIVERSITY OF COLORADO BOULDER. PhET Interactive Simulations. Boulder: University of Colorado Boulder, 2002-. Nota sobre o uso de inteligência artificial. Este projeto e o material didático a que ele se refere foram escritos com assistência de inteligência artificial, sob concepção, revisão e responsabilidade do autor. O mesmo recurso é ensinado aos estudantes como instrumento de ajuste de curvas, sempre com a conferência crítica descrita na seção 8.2 — coerência dimensional, ordem de grandeza, resíduos e significado físico do parâmetro. Ineditismo. Não se conhece, no ensino de laboratório de Mecânica de cursos de licenciatura em Física, material que reúna simultaneamente: percurso de três paradas por experimento, a sequência previsão → medição → decisão repetida em todas as trilhas de bancada, contextualização em três eixos próprios da licenciatura com destino do modelo, e publicação aberta do conjunto completo dos objetos de aprendizagem. O projeto é de primeira edição e está aberto a crítica, correção e reúso. ANEXO A — GLOSSÁRIO DE SIGLAS
ANEXO B — ENDEREÇOS
ANEXO C — A DECISÃO SOBRE O MODELOCartão de bancada. A previsão vem antes; a decisão vem depois; nenhuma das duas se reescreve.
Frases que não são decisão: “o experimento deu errado”; “a diferença se deve a erros experimentais”; “o resultado ficou próximo do teórico”. Frases que são decisão: “a aceleração ajustada é compatível com a prevista dentro da incerteza medida”; “não é compatível, e o desvio tem o sentido que o atrito cinético explicaria”; “o modelo linear vale até 0,4 N; acima disso, os resíduos crescem de forma sistemática”. A grafia do SI continua valendo. O símbolo não é
abreviação ( ANEXO D — ACERVO DE INSTRUMENTOS POR TRILHAO acervo é cumulativo: cada trilha acrescenta à anterior, e nada sai da bancada. A lista é proposta, a conferir no acervo do laboratório.
Nota de viabilidade. A progressão é executável com acervo de laboratório de ensino de graduação e não exige equipamento de pesquisa. As 13 trilhas cabem nos 15 encontros do Plano de Ensino, com duas terças de reserva. Os pontos sensíveis são os do Tema 2 — máquina de Atwood, plano de atrito, tubo com fluido e manômetro em U —, e a conferência contra o acervo real é pré-requisito de cada encontro de bancada. Projeto Trilhas de Aprendizagem — Laboratório de Mecânica · versão executiva v1 · dados de 17/09/2026 · os dois PDFs saem do mesmo texto desta página, pelo pipeline LaTeX da disciplina | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
IFMG campus Ouro Preto - Coordenadoria da Área de Física - CODAFISNúcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos - NIDEC |