Introdução ao Laboratório (ILB) · ILB-T0B · Relatório Completo v1
O relatório completo. Até 12/10 — seis dias depois do Lab,
quando a lembrança já começou a cair e voltar aos dados rende mais. As sete seções do modelo da
disciplina, com o que esta trilha pede em cada uma: as seis medidas, o que cada instrumento sabe
dizer, a conversão comentada e a sua tomada de posição sobre por que um padrão
internacional é condição para a medida valer. O que você digita fica só neste
aparelho . No fim, gere o PDF e entregue ao professor.
Inteligência artificial. Usar é permitido. Não declarar o uso zera o critério de estrutura e obriga a reapresentação do relatório — não é penalidade por usar, é por não dizer que usou.
Identificação
Quem assina o relatório
Nome, RA e colegas de bancada.
Trazer os dados do RM
Seção 1
Identificação e objetivo
3 a 5 linhas. O objetivo é a pergunta, não o assunto: "escrever seis medidas no SI e convertê-las para a unidade de base" é objetivo; "estudar o SI" não é.
Identificação e objetivo
Seção 2
Materiais e método
Os instrumentos, com a menor divisão de cada um, e como cada medida foi feita — a pilha de 100 folhas, os 20 clipes, a régua em queda. Outra pessoa tem que conseguir repetir lendo só isto.
Materiais e método
Seção 3
Dados brutos e resultados no SI
Os seis valores do Roteiro de Bancada. Se você já fez o RM neste aparelho, traga os dados de lá com o botão.
A1 A espessura de uma folha de papel
régua milimetrada + pilha de 100 folhas
A2 O diâmetro de uma moeda
paquímetro
A3 A inclinação da rampa de fórmica
transferidor
B1 A massa de um clipe
balança + 20 clipes
B2 A força-peso sobre 100 g
dinamômetro
B3 O tempo de reação de um colega
régua em queda
Conferir a grafia
Seção 4
A conversão comentada
Para cada medida: por que esse prefixo, e a conta até a unidade de base. As duas unidades fora do SI — o grau do transferidor e o kgf do dinamômetro — pedem uma frase cada.
A conversão comentada
Seção 5
O que cada instrumento sabe dizer
Por que a folha não se mede sozinha? Por que duas leituras da moeda não coincidem — e por que isso não é erro de ninguém? O que faz do tempo de reação uma medida indireta?
O que cada instrumento sabe dizer
Seção 6
Tomada de posição
Um parágrafo com a sua posição: por que um padrão internacional é condição para que uma medida valha fora de quem a fez? Use a palavra rastreabilidade, e o que mudou em 2019.
Tomada de posição
Seção 7
Referências e declaração de uso de inteligência artificial
As obras consultadas, em ABNT. E, obrigatoriamente: que ferramenta usou, para quê, e o que você conferiu. Usar é permitido; não declarar é o que não se admite.
Referências e declaração de uso de inteligência artificial
Gerar o PDF para entregar
Rubrica
Como o RC é corrigido — 25 pontos
Critério O que se avalia Pontos Tabela e grafia As seis medidas numa tabela com número, título e unidade no cabeçalho · grafia do SI sem erro 5 O que o instrumento sabe dizer Menor divisão de cada instrumento · por que a folha pede a pilha e o clipe pede vinte · por que as leituras da moeda diferem · o tempo como medida indireta 7 Conversão comentada Por que cada prefixo · as duas unidades fora do SI (grau e kgf) convertidas e explicadas 7 Tomada de posição Por que um padrão internacional é condição para a medida valer fora de quem a fez — rastreabilidade e a revolução de 2019 4 Estrutura, redação e IA declarada As sete seções na ordem · linguagem da comunicação em Física · ABNT · ferramenta e conferência declaradas 2 Total 25
Terminamos por aqui, um abraço, e até o próximo encontro.
A devolutiva vem comentada no encontro de fechamento
IFMG campus Ouro Preto - Coordenadoria da Área de Física (CODAFIS) - Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos (NIDEC) · Primeira edição · 2026
Site
Método
Documentos
Música
Ineditismo
Créditos
Método
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
A ordem não é burocracia: ela segue como o cérebro aprende — preparação (pergunta antes da resposta), construção ativa (recuperar em vez de reler) e consolidação (revisão no mesmo dia e revisões espaçadas, com o sono fazendo a parte dele).
Pré-Lab · fazer em casa, antes da aula de bancada
Preparar o experimento antes de tocar no equipamento: chegar à bancada sabendo o que será medido, com qual instrumento e com quais cuidados.
Ponto de Partida (PP) — vale nota · antes do Lab · 10 min Responder antes de estudar cria erro produtivo: o cérebro marca a lacuna e passa a procurar a resposta durante todo o Pré-Lab. Testar antes de ensinar aumenta o que fica depois — e você vai usar isso na sua sala de aula.
Resumo em Áudio (MD) — ouvir · 3 a 5 min O áudio monta o esqueleto da prática antes da leitura. Com o mapa geral pronto, a memória de trabalho gasta menos esforço com a estrutura e sobra para o detalhe do procedimento.
Texto Temático (TT) — ler · a prática explicada Leitura profunda sobre um esquema já ativado: ouvir e depois ler codifica o mesmo conteúdo por duas vias e deixa dois caminhos de recuperação.
Folha de Atividades (FA) — praticar · no aparelho ou impressa Praticar logo depois de ler: resolver o mesmo tipo de problema várias vezes, com dificuldade crescente e correção na hora, transforma a regra lida em procedimento automático — e deixa a cabeça livre, na bancada, para o que é novo.
Simulações (SM) — explorar · simulações Manipular a simulação antes da bancada: errar sem risco e ver o invisível. O experimento virtual prepara o gesto do experimento real.
Testinho (TN) — vale nota · antes do Lab · 10 min Fecha o Pré-Lab medindo segurança e procedimento, com correção na hora. Erro corrigido na véspera vira aprendizagem; erro descoberto na bancada, risco.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho)
Cartões Didáticos (CD) — ler · revisão ativa Recuperação ativa: virar o cartão e tentar responder antes de conferir custa esforço — e é esse esforço que fixa. Poucos minutos por dia rendem mais do que uma sessão longa de releitura.
Mapa Conceitual (MC) — ler · questões conceituais O mapa liga cada conceito ao instrumento que o mede e mostra a estrutura inteira da prática de uma vez. Ver como as peças se conectam organiza o que a leitura acabou de construir.
Inventário de Equipamento (IE) — o que vai na bancada Reconhecer cada instrumento pelo nome, pela função e pela menor divisão antes de manuseá-lo. Quem chega sabendo o que vai na bancada gasta os 100 minutos do Lab medindo, não descobrindo.
Checklist de Segurança (CS) — obrigatório · antes da bancada Segurança é pré-condição, não etapa: quem entra sabendo os cuidados e os EPIs da prática libera a atenção para o experimento — e protege a si e aos colegas de bancada.
Lab · na bancada, com o professor · 100 min
Construir o conhecimento com as mãos: montar, medir e registrar — com o professor sustentando o passo que você ainda não dá sozinho.
Roteiro de Bancada (RB) — execução · registrar os dados Registrar a medição com as próprias mãos, no momento em que ela acontece: o que a gente gera e anota fica mais do que o que a gente copia. A folha pode ser impressa para levar à bancada; o envio é digital.
Apresentação do Lab (AP) — roteiro dos 100 min · rever depois Atenção conjunta e fio condutor da sessão: o professor projeta o roteiro e sustenta o passo que você ainda não dá sozinho — e os slides ficam disponíveis para rever depois.
Infográficos de Bancada (IG) — painel e consultas · durante a prática Consulta visual no momento da dúvida: a resposta chega enquanto o problema ainda está na mão — e é assim que ela gruda.
Provinha (PR) — vale nota · fechamento do Lab Teste curto logo após a prática: consolida enquanto o traço ainda está fresco e mostra, ali mesmo, o que precisa voltar.
Pós-Lab · a partir do mesmo dia da prática
Transformar dados em conclusão. A memória não se fixa na bancada, e sim depois — em boa parte durante o sono.
Relatório Mínimo (RM) — vale nota · até 1 dia após o Lab · 1 página O que é revisto logo depois da prática entra na fila de consolidação da noite. É o "aula dada, aula estudada hoje" de Piazzi, aplicado aos dados da bancada — com um dia de folga para quem sai tarde do laboratório.
Relatório Completo (RC) — vale nota · até 6 dias após o Lab Repetição espaçada com elaboração: voltar aos dados quando a lembrança já começou a cair rende mais — e escrever a análise completa é gerar, não copiar.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho)
Desafio Pedagógico (DX) — opcional · desafio Aprofundamento para quem quer ir além: um problema de análise de dados que pede o método da trilha aplicado a uma situação nova. Fora do caminho numerado, de propósito — é convite, não obrigação.
Não pule nenhum objeto de aprendizagem. Se pulou, volte. Cada passo prepara o terreno do seguinte: sem o Ponto de Partida a leitura não encontra pergunta; sem o Pré-Lab a bancada vira receita seguida às cegas; sem o Relatório Mínimo os dados esfriam antes de virar conclusão. Pular um objeto de aprendizagem não adianta a trilha — atrasa. Se você pulou, volte ao passo que ficou para trás e siga dali.
Documentos
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Primeiro os documentos do curso, depois os desta disciplina e, por fim, as referências que sustentam este site. Cada documento tem PDF e QR próprios, para ler no celular. A legislação abre na página oficial do IFMG.
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) · guia + PDF integral
Matriz Curricular · os oito períodos
Ementa · em vigor e proposta
Plano de Ensino · 2026.2
Regulamento Disciplinar Discente · resumo + PDF oficial
Legislação e Normas de Ensino · página oficial do IFMG
A proposta de nova ementa está em análise pela Coordenação do Curso; até a aprovação, vale a ementa em vigor.
Referências
Referências são as obras em que este site se apoia. A Básica e a Complementar trazem a física do laboratório. A Pedagógica Científica traz o método de estudo. Os documentos e as normas trazem as regras do curso. Elas valem para conferir uma ideia, ir mais fundo ou citar no seu relatório.
Bibliografia Básica
CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; SPEZIALI, N. L. Física experimental básica na universidade . 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
PIACENTINI, J. J. et al. Introdução ao laboratório de física . 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2018.
SANTORO, A. et al. Estimativas e erros em experimentos de física . 2. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.
Bibliografia Complementar
HEWITT, P. G. Física conceitual . 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. L. Feynman: lições de física . Porto Alegre: Bookman, 2008. v. 1, 2 e 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física : mecânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. v. 1.
Bibliografia Pedagógica Científica
BLOOM, Benjamin S. (org.). O desenvolvimento de talentos na juventude . Porto Alegre: Globo, 1988.
HEWITT, Paul G. Física conceitual . 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo : como o cérebro humano esculpiu o universo que conhecemos. São Paulo: Planeta, 2020.
PIAZZI, Pierluigi. Aprendendo inteligência : manual de instruções do cérebro para estudantes em geral. São Paulo: Aleph, 2008.
Documentos e normas
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Legislação e normas de ensino . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/legislacao-e-normas-de-ensino. Acesso em: 16 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Calendário acadêmico 2026 . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/calendario-escolar/2026/. Acesso em: 16 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 16 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 16 set. 2026.
INMETRO. Quadro Geral de Unidades de Medida no Brasil . [S. l.]: Inmetro, 2021.
BUREAU INTERNATIONAL DES POIDS ET MESURES. Sistema Internacional de Unidades (SI) : tradução autorizada pelo BIPM da 9.ª edição de 2019. Tradução do Grupo de Trabalho luso-brasileiro Inmetro e IPQ. [S. l.]: Inmetro, 2025.
BUREAU INTERNATIONAL DES POIDS ET MESURES. Le Système international d'unités (SI) . 9. ed. Sèvres: BIPM, 2019.
INMETRO. Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM) . Duque de Caxias: Inmetro, 2012.
AZEVEDO, J. C. S. O Sistema Internacional de Unidades : quadro geral de unidades para o laboratório de ensino. Ouro Preto: NIDEC/IFMG, 2026. (material da disciplina)
Epígrafes desta trilha
CONDORCET, N. Lema do sistema métrico decimal , 1791–1799.
THOMSON, William (Lord Kelvin). Popular Lectures and Addresses . London: Macmillan, 1889. v. 1, p. 73. (usada no Roteiro de Bancada desta trilha)
LE CORBUSIER. Le Modulor . Boulogne: Éditions de l'Architecture d'Aujourd'hui, 1948.
Música
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Por que estudar ouvindo? Miguel Nicolelis responde em O Verdadeiro Criador de Tudo : ciência e arte saem do mesmo lugar — o cérebro humano. E Pierluigi Piazzi, em Aprendendo Inteligência , acrescenta a parte prática: música sem letra não disputa com a leitura as áreas da linguagem. A palavra cantada rouba a palavra lida; a música instrumental sustenta, e some.
Daí a regra do projeto — uma trilha, uma música : ler, medir e registrar ouvindo música instrumental.
A música desta trilha
J. S. Bach — O Cravo Bem Temperado (BWV 846–893) — cravo solo · ouça em repetição enquanto lê.
▶ Ouvir
O acervo — as oito playlists
1 Baden Powell · T01 · T06 — nos Afro-sambas cabem a bossa, o candomblé e a harmonia de câmara. Somar mundos é o ofício de quem mede: a bancada mede, o caderno deduz, a teoria explica por que importa.
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2 Yamandu Costa · T02 · T07 — improvisa porque conhece a estrutura até o último traste. Improviso não é sorte: é o nome da liberdade de quem estudou.
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3 Orquestra Ouro Preto · T03 · T08 — nasceu no ano 2000, por iniciativa do professor Ronaldo R. B. Toffolo e do compositor Rufo Herrera, e é a casa desta escola: Toffolo foi aluno, professor e diretor-geral da Escola Técnica Federal de Ouro Preto, que hoje é o IFMG campus Ouro Preto. Estudar com ela ao fundo é estudar ouvindo a própria instituição.
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4 Filarmônica de Minas Gerais · T04 · T09 — noventa músicos, um único referencial de tempo, erro na casa dos milissegundos: ordem de grandeza, sincronia, medida.
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5 Marco Antônio Araújo · T05 · T10 — violoncelista da Sinfônica de Minas e compositor que fez o barroco mineiro, a modinha e a seresta caberem no rock progressivo. A obra, interrompida aos 36 anos, ficou inacabada — e é isso que ela ensina a quem mede: nenhum experimento termina; toda medida com incerteza é um convite à medida seguinte.Playlist em preparação
6 J. S. Bach · T0A · T0B — a fuga é a definição de sistema físico: muitas vozes, uma lei só. É a abertura do curso, e por isso não entra no ciclo das dez trilhas de bancada.Playlist em preparação
7 W. A. Mozart · acervo — nada sobra, nada falta. Elegância é saber o que pode ser retirado sem quebrar o todo — no pentagrama e na montagem experimental.Playlist em preparação
8 L. van Beethoven · acervo — de quatro notas, uma sinfonia; de duas ou três letras, uma lei. Muda a escala; a lei, não. E a Nona, composta já na surdez, lembra: o modelo vem antes da medida.Playlist em preparação
Na ILB, cinco playlists giram em duas voltas exatas pelas trilhas T01-T10 — Baden Powell, Yamandu Costa, Orquestra Ouro Preto, Filarmônica de Minas Gerais e Marco Antônio Araújo. As duas trilhas do Tema 0 ficam fora do ciclo, com Bach.
Ampliando o acervo — em preparação
Raphael Rabello (Petrópolis, 1962 — Rio de Janeiro, 1995) — primeiro registro profissional aos treze anos; discípulo de Dino 7 Cordas e parceiro de Radamés Gnattali, levou o violão de sete cordas do acompanhamento ao centro do palco. Morreu aos 32 anos, deixando uma obra relevante e inacabada.
Ineditismo
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
A Introdução ao Laboratório é a primeira disciplina experimental da Licenciatura em Física e a única da matriz sem vínculo com uma disciplina teórica. Sua função é propedêutica: instalar o método que os quatro laboratórios seguintes vão supor pronto.
Aqui o experimento é veículo , não objeto. Mede-se para aprender a medir — avaliar e expressar incertezas, apresentar tabelas e gráficos, ajustar uma curva aos dados. A Mecânica Clássica entra como campo de aplicação porque é o que se pode medir no 2.º período, com montagens simples e a física que se traz da educação básica.
Cada trilha tem três paradas. O Pré-Lab , feito em casa, prepara o experimento e a previsão. O Lab é a bancada, com o Roteiro de Bancada na mão. O Pós-Lab transforma o dado bruto em relatório — que é onde a medida vira conhecimento comunicável.
Até onde a pesquisa do autor alcançou, este é o primeiro conjunto de Trilhas de Aprendizagem para Introdução ao Laboratório de Física num curso de Licenciatura no Brasil. Os manuais disponíveis organizam-se por experimento; aqui a organização é pelo método de medida, que se repete em todas as trilhas enquanto o experimento muda.
E porque quem estuda aqui vai ensinar Física, cada trilha faz uma pergunta a mais: o que desta bancada caberia numa sala de aula de ensino médio?
Boas-vindas — e sucesso na sua caminhada pelas Trilhas de Aprendizagem de Introdução ao Laboratório.
Créditos
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Reitor Rafael Bastos Teixeira
Pró-Reitor de Ensino Mário Luiz Viana Alvarenga
Diretor-Geral do Campus Ouro Preto Reginato Fernandes dos Santos
Diretora de Ensino Talita Valadares
Coordenador da Área de Física Lázaro Souza Lima
Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física Daniel da Mota Neri
Vice-Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física Daniel Bretas Roa
Autor da Trilha
Julio Azevedo
Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do IFMG, atuando na Área de Física do campus Ouro Preto desde 1985. Criador do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos (NIDEC) em 2016. Ex-aluno do Curso de Engenharia de Minas e do Curso de Física, ambos da UFOP.
Colaborador
Felipe Beato
Professor, pesquisador, colaborador do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos do IFMG campus Ouro Preto. Licenciado em Física, Mestre em Física dos Materiais.
Edição
1.ª edição — Ouro Preto, 2026