Como funciona. Digite o seu RA: a Provinha abre com o seu caderno
de questões. Duas questões, pontuação até 10, quinze minutos, sobre o que você estimou e mediu hoje. A Q1 pede
uma conversão entre ordens de grandeza; a Q2 acompanha uma estimativa da pergunta à decisão, em
cinco passos. Nesta trilha a Provinha não vale nota. A correção é imediata e
acontece no seu aparelho : nada é enviado.
Seu RA (fica só neste aparelho):
Versão A Versão B Versão C
Digite o seu RA acima para abrir a Provinha.
Q1 · Pense e use 4 pontos
Na planta, a cava mede 4,8 cm, e a escala gráfica diz 1 cm = 250 m. O comprimento real da cava, escrito no SI, é:
1,2 × 10² m
1,2 × 10³ m
1,2 × 10⁴ m
1 200 Km
4,8 × 250 m = 1 200 m = 1,2 × 10³ m — ou 1,2 km, com k minúsculo. A escala é um fator de conversão: cada centímetro da planta vale 250 metros do terreno.
Q2 · Da estimativa à decisão 6 pontos
Quantas viagens de caminhão fora de estrada (carga de cerca de 2 × 10² t) levaram a massa de uma cava de 2,5 × 10⁸ t? Antes de calcular, você estimou 10⁶ viagens . Julgue cada passo:
Interpretação. O número de viagens é a massa total dividida pela carga de uma viagem.V F
Inventário. Os dados são 2,5 × 10⁸ t de massa e 2 × 10² t por viagem.V F
Cálculo. 2,5 × 10⁸ ÷ 2 × 10² ≈ 1,25 × 10⁶ viagens.V F
Plausibilidade. 10⁶ viagens em dez anos dão cerca de três viagens por dia.V F
Decisão. A razão 1,25 × 10⁶ ÷ 10⁶ fica entre 1/3 e 3: a estimativa acertou a ordem.V F
Dez anos têm cerca de 3 650 dias: 10⁶ viagens dão umas 300 por dia — uma frota inteira, e não três caminhões. A razão 1,25 está dentro de 1/3 a 3, então a estimativa aguentou.
Corrigir e ver a nota
Q2 · Da estimativa à decisão 6 pontos
A amostra de rocha tem 0,42 kg e volume de 1,2 × 10⁻⁴ m³. Antes de medir, o grupo estimou a densidade na ordem de 10³ kg/m³ . Julgue cada passo:
Interpretação. A densidade é a massa dividida pelo volume.V F
Inventário. Para o resultado sair em kg/m³, a massa precisa entrar em gramas.V F
Cálculo. 0,42 ÷ 1,2 × 10⁻⁴ = 3,5 × 10³ kg/m³.V F
Plausibilidade. 3,5 × 10³ kg/m³ é mais denso que a água e plausível para uma rocha com ferro.V F
Decisão. A razão 3,5 passa de 3: a estimativa errou a ordem, e a hipótese que falhou se anota ao lado.V F
Em kg/m³ a massa entra em kilogramas. A conta dá 3,5 × 10³ kg/m³, e a razão 3,5 fica fora de 1/3 a 3 — por pouco, mas fora: o grupo imaginou uma rocha mais leve do que a do Quadrilátero.
Corrigir e ver a nota
Q1 · Pense e use 4 pontos
A amostra de rocha tem arestas de 6,0 cm, 5,0 cm e 4,0 cm. O volume, em metros cúbicos, é:
1,2 × 10² m³
1,2 × 10⁻² m³
1,2 × 10⁻⁴ m³
1,2 × 10⁻⁶ m³
6,0 × 5,0 × 4,0 = 120 cm³, e 1 cm³ = 10⁻⁶ m³: 1,2 × 10⁻⁴ m³. A ordem do produto é a soma das ordens.
Q2 · Da estimativa à decisão 6 pontos
Trinta grãos de areia enfileirados ocuparam 1 cm da régua. Antes de contar, o estudante estimou o diâmetro na ordem de 10⁻⁴ m . Julgue cada passo:
Interpretação. O diâmetro de um grão é 1 cm dividido pelo número de grãos.V F
Inventário. 1 cm = 10⁻² m.V F
Cálculo. 10⁻² m ÷ 30 ≈ 3,3 × 10⁻⁴ m.V F
Plausibilidade. O grão, com cerca de 0,3 mm, é mais grosso que uma folha de papel, de cerca de 0,1 mm.V F
Decisão. A razão 3,3 fica dentro de 1/3 a 3, e não há hipótese a anotar.V F
A conta dá 3,3 × 10⁻⁴ m, e a razão 3,3 ÷ 1 passa de 3: a estimativa errou a ordem por pouco. A hipótese que falhou vai ao lado — talvez a areia imaginada fosse mais fina.
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—
Mostre este cartão ao professor antes de sair da bancada — sem peso na nota .
A correção detalhada ficou aberta acima.
copiar o cartao
O Lab termina aqui. A tabela das seis razões vira relatório amanhã.
Relatório Mínimo até 07/10 — um dia
IFMG campus Ouro Preto - Coordenadoria da Área de Física (CODAFIS) - Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos (NIDEC) · Primeira edição · 2026
Site
Método
Documentos
Música
Ineditismo
Créditos
Método
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
A ordem não é burocracia: ela segue como o cérebro aprende — preparação (pergunta antes da resposta), construção ativa (recuperar em vez de reler) e consolidação (revisão no mesmo dia e revisões espaçadas, com o sono fazendo a parte dele).
Pré-Lab · fazer em casa, antes da aula de bancada
Preparar o experimento antes de tocar no equipamento: chegar à bancada sabendo o que será medido, com qual instrumento e com quais cuidados.
Ponto de Partida (PP) — vale nota · antes do Lab · 10 min Responder antes de estudar cria erro produtivo: o cérebro marca a lacuna e passa a procurar a resposta durante todo o Pré-Lab. Testar antes de ensinar aumenta o que fica depois — e você vai usar isso na sua sala de aula.
Resumo em Áudio (MD) — ouvir · curto (5 a 10 min) · padrão (15 a 25 min) O áudio monta o esqueleto da prática antes da leitura. Com o mapa geral pronto, a memória de trabalho gasta menos esforço com a estrutura e sobra para o detalhe do procedimento.
Texto Temático (TT) — ler · a prática explicada Leitura profunda sobre um esquema já ativado: ouvir e depois ler codifica o mesmo conteúdo por duas vias e deixa dois caminhos de recuperação.
Folha de Atividades (FA) — praticar · no aparelho ou impressa Praticar logo depois de ler: resolver o mesmo tipo de problema várias vezes, com dificuldade crescente e correção na hora, transforma a regra lida em procedimento automático — e deixa a cabeça livre, na bancada, para o que é novo.
Simulações (SM) — explorar · simulações Manipular a simulação antes da bancada: errar sem risco e ver o invisível. O experimento virtual prepara o gesto do experimento real.
Testinho (TN) — vale nota · antes do Lab · 10 min Fecha o Pré-Lab medindo segurança e procedimento, com correção na hora. Erro corrigido na véspera vira aprendizagem; erro descoberto na bancada, risco.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho)
Cartões Didáticos (CD) — ler · revisão ativa Recuperação ativa: virar o cartão e tentar responder antes de conferir custa esforço — e é esse esforço que fixa. Poucos minutos por dia rendem mais do que uma sessão longa de releitura.
Mapa Conceitual (MC) — ler · questões conceituais O mapa liga cada conceito ao instrumento que o mede e mostra a estrutura inteira da prática de uma vez. Ver como as peças se conectam organiza o que a leitura acabou de construir.
Inventário de Equipamento (IE) — o que vai na bancada Reconhecer cada instrumento pelo nome, pela função e pela menor divisão antes de manuseá-lo. Quem chega sabendo o que vai na bancada gasta os 100 minutos do Lab medindo, não descobrindo.
Checklist de Segurança (CS) — obrigatório · antes da bancada Segurança é pré-condição, não etapa: quem entra sabendo os cuidados e os EPIs da prática libera a atenção para o experimento — e protege a si e aos colegas de bancada.
Lab · na bancada, com o professor · 100 min
Construir o conhecimento com as mãos: montar, medir e registrar — com o professor sustentando o passo que você ainda não dá sozinho.
Roteiro de Bancada (RB) — execução · registrar os dados Registrar a medição com as próprias mãos, no momento em que ela acontece: o que a gente gera e anota fica mais do que o que a gente copia. A folha pode ser impressa para levar à bancada; o envio é digital.
Apresentação do Lab (AP) — roteiro dos 100 min · rever depois Atenção conjunta e fio condutor da sessão: o professor projeta a apresentação, explica e discute com você — e os slides ficam disponíveis para rever depois.
Infográficos de Bancada (IG) — painel e consultas · durante a prática Consulta visual no momento da dúvida: a resposta chega enquanto o problema ainda está na mão — e é assim que ela gruda.
Provinha (PR) — vale nota · fechamento do Lab Teste curto logo após a prática: consolida enquanto o traço ainda está fresco e mostra, ali mesmo, o que precisa voltar.
Pós-Lab · a partir do mesmo dia da prática
Transformar dados em conclusão. A memória não se fixa na bancada, e sim depois — em boa parte durante o sono.
Relatório Mínimo (RM) — vale nota · até 1 dia após o Lab · 1 página O que é revisto logo depois da prática entra na fila de consolidação da noite. É o “aula dada, aula estudada hoje” de Piazzi, aplicado aos dados da bancada — com um dia de folga para quem sai tarde do laboratório.
Relatório Completo (RC) — vale nota · até 6 dias após o Lab Repetição espaçada com elaboração: voltar aos dados quando a lembrança já começou a cair rende mais — e escrever a análise completa é gerar, não copiar.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho)
Desafio Pedagógico (DX) — opcional · desafio Aprofundamento para quem quer ir além: um problema de análise de dados que pede o método da trilha aplicado a uma situação nova. Fora do caminho numerado, de propósito — é convite, não obrigação.
Não pule nenhum objeto de aprendizagem. Se pulou, volte. Cada passo prepara o terreno do seguinte: sem o Ponto de Partida a leitura não encontra pergunta; sem o Pré-Lab a bancada vira receita seguida às cegas — e aqui, onde o experimento é o próprio objeto de estudo, sem previsão não há o que pôr à prova; sem o Relatório Mínimo os dados esfriam antes de virar conclusão. Pular um objeto de aprendizagem não adianta a trilha — atrasa. Se você pulou, volte ao passo que ficou para trás e siga dali.
Documentos
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Primeiro os documentos do curso, depois os desta disciplina e, por fim, as referências que sustentam este site. Cada documento tem PDF e QR próprios, para ler no celular. A legislação abre na página oficial do IFMG.
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) · guia + PDF integral
Matriz Curricular · os oito períodos
Regulamento Disciplinar Discente · resumo + PDF oficial
Legislação e Normas de Ensino · página oficial do IFMG
Ementa · em vigor e proposta
Plano de Ensino 2026.2 · objetivos, método e avaliação
A proposta de nova ementa está em análise pela Coordenação do Curso; até a aprovação, vale a ementa em vigor.
Referências
Referências são as obras em que este site se apoia. A Básica e a Complementar trazem a análise de dados e a física da bancada. A Metodológica traz o método de estudo. Os documentos e as normas trazem as regras do curso. Elas valem para conferir uma ideia, ir mais fundo ou citar no seu relatório.
Bibliografia Básica
LIMA, C. R. A.; ZAPPA, F. Análise de dados para laboratório de física . Juiz de Fora: UFJF, 2014. 57 p. Disponível em: https://www2.ufjf.br/carlos_lima/wp-content/uploads/sites/520/2019/01/analisedados.pdf. Acesso em: 13 set. 2026.
CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; SPEZIALI, N. L. Física experimental básica na universidade . 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
SANTORO, A. et al. Estimativas e erros em experimentos de física . 2. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.
Bibliografia Complementar
VUOLO, J. H. Fundamentos da teoria de erros . 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Laboratório virtual de física : mecânica. Fortaleza: UFC, 2020. Disponível em: https://www.laboratoriovirtual.fisica.ufc.br/. Acesso em: 13 set. 2026.
VAŠČÁK, V. Physics at school : I. Mechanics. Morávia: Vladimír Vaščák, [20--]. Disponível em: https://www.vascak.cz/?id=1&language=it#kapitola3. Acesso em: 13 set. 2026.
UNIVERSITY OF COLORADO BOULDER. PhET Interactive Simulations . Boulder: University of Colorado Boulder, 2002-. Disponível em: https://phet.colorado.edu/pt_BR/. Acesso em: 13 set. 2026.
Bibliografia Metodológica
BLOOM, Benjamin S. (org.). Taxonomia de objetivos educacionais : domínio cognitivo. Porto Alegre: Globo, 1972.
HEWITT, Paul G. Física conceitual . 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo : como o cérebro humano esculpiu o universo como nós o conhecemos. São Paulo: Crítica, 2020.
PIAZZI, Pierluigi. Aprendendo inteligência . São Paulo: Aleph, 2008.
PIAZZI, Pierluigi. Inteligência em concursos . São Paulo: Aleph, 2014.
Documentos e normas
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Legislação e normas de ensino . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/legislacao-e-normas-de-ensino. Acesso em: 14 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Calendário acadêmico 2026 . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/calendario-escolar/2026/. Acesso em: 14 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 14 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 14 set. 2026.
Epígrafes desta trilha
PASCAL, Blaise. Pensamentos . 1670. Fragmento “Desproporção do homem”. Edição brasileira a fixar.
FERMI, Enrico. My observations during the explosion at Trinity on July 16, 1945 . Los Alamos, 1945. (usada no Roteiro de Bancada desta trilha; referência a conferir)
EAMES, Charles; EAMES, Ray. Powers of Ten . Eames Office / IBM, 1977. Filme, 9 min.
Música
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Por que estudar ouvindo? Miguel Nicolelis responde em O Verdadeiro Criador de Tudo : ciência e arte saem do mesmo lugar — o cérebro humano. E Pierluigi Piazzi, em Aprendendo Inteligência , acrescenta a parte prática: música sem letra não disputa com a leitura as áreas da linguagem. A palavra cantada rouba a palavra lida; a música instrumental sustenta, e some.
Daí a regra do projeto — uma trilha, uma música : ler, escrever e medir ouvindo música instrumental. A peça de cada trilha aparece na barra do topo dos OAs e na aba Música do Texto Temático.
O acervo — as oito playlists
1 Baden Powell — nos Afro-sambas cabem a bossa, o candomblé e a harmonia de câmara. Somar mundos é o ofício de quem estuda Física: a bancada mede, o caderno deduz, a mina explica por que importa.
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2 Yamandu Costa — improvisa porque conhece a estrutura até o último traste. Improviso não é sorte: é o nome da liberdade de quem estudou.
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3 Orquestra Ouro Preto — no ano 2000, numa cidade de igrejas barrocas e de uma escola de minas, o professor Ronaldo R. B. Toffolo e o compositor e bandoneonista argentino Rufo Herrera decidiram que Ouro Preto merecia uma orquestra sua. Deu certo: hoje ela leva a música brasileira ao repertório de concerto — de
Ritmos Brasileiros às óperas
Auto da Compadecida e
Hilda Furacão — e forma jovens músicos na Academia Jovem e no Núcleo de Apoio a Bandas. É, literalmente, uma casa: dos filhos de Ronaldo, Rodrigo rege a orquestra, Rodolfo é o violino solo e as gêmeas Marina e Mara também estão nos violinos. E é a casa desta escola. Ronaldo R. B. Toffolo foi aluno, professor e diretor-geral da Escola Técnica Federal de Ouro Preto — a instituição que hoje é o IFMG Campus Ouro Preto — e defende, hoje como então, a audição de música instrumental como hábito saudável. A orquestra da cidade nasceu, em boa parte, dentro de casa. Estudar Física com ela ao fundo é estudar ouvindo a própria escola.
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4 Filarmônica de Minas Gerais — noventa músicos, um único referencial de tempo, erro na casa dos milissegundos: ordem de grandeza, sincronia, medida.
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5 J. S. Bach — a fuga é a definição de sistema físico: muitas vozes, uma lei só.Playlist em preparação
6 W. A. Mozart — nada sobra, nada falta. Elegância é saber o que pode ser retirado sem quebrar o todo — no pentagrama e na montagem experimental.Playlist em preparação
7 L. van Beethoven — de quatro notas, uma sinfonia; de duas ou três letras, uma lei. Muda a escala; a lei, não. E a Nona, composta já na surdez, lembra: o modelo vem antes da medida.Playlist em preparação
8 Marco Antônio Araújo — violoncelista da Sinfônica de Minas e compositor que fez o barroco mineiro, a modinha e a seresta caberem no rock progressivo. A obra, interrompida aos 36 anos, ficou inacabada — e é isso que ela ensina a quem mede: nenhum experimento termina; toda medida com incerteza é um convite à medida seguinte.Playlist em preparação
No Laboratório de Mecânica, as trilhas seguem o acervo do primeiro laboratório do curso: cinco playlists em ciclo — Baden Powell, Yamandu Costa, Orquestra Ouro Preto, Filarmônica de Minas Gerais e Marco Antônio Araújo.
Ampliando o acervo — em preparação
Raphael Rabello (Petrópolis, 1962 — Rio de Janeiro, 1995) — primeiro registro profissional aos treze anos; discípulo de Dino 7 Cordas e parceiro de Radamés Gnattali, levou o violão de sete cordas do acompanhamento ao centro do palco. Morreu aos 32 anos, deixando uma obra relevante e inacabada.
Ineditismo
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
O que torna esta trilha inédita
1 Segunda etapa, primeira ponte O Laboratório de Mecânica é o segundo laboratório da Licenciatura em Física, no 4.º período, e o primeiro que caminha junto de uma disciplina teórica — a Mecânica I e II. Quem chega aqui já cursou o primeiro laboratório da Licenciatura: medir, estimar a incerteza, tabelar, graficar e ajustar uma curva já fazem parte do seu repertório.
2 De veículo a objeto Por isso o experimento muda de papel: deixa de ser veículo e passa a ser objeto . Mede-se para pôr à prova as leis da Mecânica — confrontar o modelo com o dado, decidir se a diferença cabe na incerteza e dizer o que o modelo deixou de fora.
3 Três paradas O Pré-Lab , feito em casa, prepara o experimento e a previsão do modelo. O Lab é a bancada, com o Roteiro de Bancada na mão. O Pós-Lab transforma o dado em relatório — é onde a previsão encontra a medida.
4 Uma pergunta a mais Quem estuda aqui vai ensinar Física, então cada trilha pergunta: o que desta bancada caberia numa sala de aula de ensino médio?
Boas-vindas — e sucesso na sua caminhada pelas Trilhas de Aprendizagem do Laboratório de Mecânica.
Créditos
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Hierarquia institucional
1 Reitor Rafael Bastos Teixeira
2 Pró-Reitor de Ensino Mário Luiz Viana Alvarenga
3 Diretor-Geral do Campus Ouro Preto Reginato Fernandes dos Santos
4 Diretora de Ensino Talita Valadares
5 Coordenador da Área de Física Lázaro Souza Lima
6 Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física Daniel da Mota Neri
7 Vice-Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física Daniel Bretas Roa
Autor da Trilha
Julio Azevedo
Professor do Ensino Técnico e Tecnológico do IFMG, atuando na Área de Física do campus Ouro Preto desde 1985. Criador do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos (NIDEC) em 2016. Ex-aluno do Curso de Engenharia de Minas e do Curso de Física, ambos da UFOP.
Colaborador
Felipe Beato
Professor, pesquisador, colaborador do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos do IFMG campus Ouro Preto. Licenciado em Física, Mestre em Física dos Materiais.
Edição
1.ª edição — Ouro Preto, 2026