Como funciona. Escolha uma das três versões — elas são equivalentes.
Cinco questões, pontuação até 10, dez minutos. Nesta trilha o Testinho não vale nota :
a T0B é encontro de ambientação. A correção é imediata e acontece no seu aparelho ,
e nada é enviado. Ao final, a página monta um cartão de resultado para você mostrar
ao professor no início do encontro — ele serve para a conversa, não para a média. Faça sem
consultar o material: o Testinho existe para você descobrir o que ainda não fixou.
Seu RA (fica só neste aparelho):
Versão A Versão B Versão C
Q2 · Relação 2 pontos
Marque todas as medidas com 3 algarismos significativos:
0,500 m
1,42 s
9,8 m/s²
0,015 g
2,35 × 10⁴ kg
0,500 (zeros à direita contam), 1,42 e 2,35 × 10⁴ têm 3. 9,8 e 0,015 têm 2.
Q3 · Transferência 3 pontos
Verdadeiro ou falso, sobre arredondamento:
Em raízes, o critério é o de algarismos significativos. V F
0,015 com 1 significativo dá 0,01. V F
0,025 com 1 significativo dá 0,02. V F
A previsão 1,419 229 6 s, com g de 2 significativos, se registra 1,4 s. V F
Arredonda-se a cada etapa da conta. V F
Regra do par: 0,015 → 0,02 (1 é ímpar, sobe); 0,025 → 0,02 (2 é par, fica). Arredonda-se uma vez, no fim.
Q5 · Formalização 3 pontos
Associe cada medida à sua notação científica:
grão: 0,000 2 m escolha… 5,00 × 10⁻¹ m 2 × 10⁻⁴ m 1 × 10³ m
cava: 1 000 m escolha… 5,00 × 10⁻¹ m 2 × 10⁻⁴ m 1 × 10³ m
fio do pêndulo: 0,500 m escolha… 5,00 × 10⁻¹ m 2 × 10⁻⁴ m 1 × 10³ m
Menor que 1: expoente negativo; maior que 1: positivo. E os zeros à direita do 0,500 ficam: 5,00.
Corrigir e ver a nota
Q3 · Transferência 3 pontos
Verdadeiro ou falso:
0,0251 com 1 significativo dá 0,03. V F
Com g = 9,78 m/s², a previsão do período (L = 0,500 m) é 1,42 s. V F
A regra do par manda o último mantido ficar ímpar. V F
Em somas, vale o número de casas decimais. V F
Uma "discordância" de 0,0008 s entre 1,4192 s e 1,42 s refuta o modelo. V F
O 5 seguido de não nulo sobe. A regra do par deixa o último mantido PAR. E 0,0008 s está abaixo dos algarismos que os dados permitem: não é discordância.
Q5 · Formalização 3 pontos
Associe cada conta ao resultado:
0,02 g em kg escolha… 2 × 10⁻⁵ kg 3 × 10⁸ t 1 × 10⁸ m³
(10³ m)(10³ m)(10² m) escolha… 2 × 10⁻⁵ kg 3 × 10⁸ t 1 × 10⁸ m³
3 × 10¹¹ kg em toneladas escolha… 2 × 10⁻⁵ kg 3 × 10⁸ t 1 × 10⁸ m³
Grama para kilograma: mais 3 casas (10⁻² g → 10⁻⁵ kg). Expoentes somam: 3 + 3 + 2 = 8. Kilograma para tonelada: menos 3 (11 → 8).
Corrigir e ver a nota
Q3 · Transferência 3 pontos
Verdadeiro ou falso (arredondamento):
0,435 com 2 significativos dá 0,44. V F
0,445 com 2 significativos dá 0,45. V F
O 5 seguido de algarismo não nulo sempre faz subir. V F
Em produtos, vale o fator com menos significativos. V F
Quanto mais algarismos a previsão tiver, melhor o teste do modelo. V F
Regra do par: 0,435 → 0,44 (3 ímpar sobe); 0,445 → 0,44 (4 par fica). Algarismo inventado não melhora teste nenhum.
Q5 · Formalização 3 pontos
Associe cada multiplicação ao que acontece com a vírgula:
× 10⁻³ escolha… 2 casas para a direita 3 casas para a esquerda não se move
× 10² escolha… 2 casas para a direita 3 casas para a esquerda não se move
× 10⁰ escolha… 2 casas para a direita 3 casas para a esquerda não se move
Expoente positivo aumenta (direita); negativo diminui (esquerda); 10⁰ = 1 não muda nada.
Corrigir e ver a nota
—
Mostre o cartão ao professor no início do encontro — sem peso na nota .
A correção detalhada, com o porquê de cada questão, ficou aberta acima.
copiar o cartao
O Pré-Lab termina aqui. O que você errou agora é exatamente o que a bancada vai cobrar.
Leve o cartão e o Roteiro de Bancada para o encontro
IFMG campus Ouro Preto - Coordenadoria da Área de Física (CODAFIS) - Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos (NIDEC) · Primeira edição · 2026
Site
Método
Documentos
Música
Ineditismo
Créditos
Método
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
A ordem não é burocracia: ela segue como o cérebro aprende — preparação (pergunta antes da resposta), construção ativa (recuperar em vez de reler) e consolidação (revisão no mesmo dia e revisões espaçadas, com o sono fazendo a parte dele).
Pré-Lab · fazer em casa, antes da aula de bancada
Preparar o experimento antes de tocar no equipamento: chegar à bancada sabendo o que será medido, com qual instrumento e com quais cuidados.
Ponto de Partida (PP) — vale nota · antes do Lab · 10 min Responder antes de estudar cria erro produtivo: o cérebro marca a lacuna e passa a procurar a resposta durante todo o Pré-Lab. Testar antes de ensinar aumenta o que fica depois — e você vai usar isso na sua sala de aula.
Resumo em Áudio (MD) — ouvir · curto (5 a 10 min) · padrão (15 a 25 min) O áudio monta o esqueleto da prática antes da leitura. Com o mapa geral pronto, a memória de trabalho gasta menos esforço com a estrutura e sobra para o detalhe do procedimento.
Texto Temático (TT) — ler · a prática explicada Leitura profunda sobre um esquema já ativado: ouvir e depois ler codifica o mesmo conteúdo por duas vias e deixa dois caminhos de recuperação.
Folha de Atividades (FA) — praticar · no aparelho ou impressa Praticar logo depois de ler: resolver o mesmo tipo de problema várias vezes, com dificuldade crescente e correção na hora, transforma a regra lida em procedimento automático — e deixa a cabeça livre, na bancada, para o que é novo.
Simulações (SM) — explorar · simulações Manipular a simulação antes da bancada: errar sem risco e ver o invisível. O experimento virtual prepara o gesto do experimento real.
Testinho (TN) — vale nota · antes do Lab · 10 min Fecha o Pré-Lab medindo segurança e procedimento, com correção na hora. Erro corrigido na véspera vira aprendizagem; erro descoberto na bancada, risco.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho)
Cartões Didáticos (CD) — ler · revisão ativa Recuperação ativa: virar o cartão e tentar responder antes de conferir custa esforço — e é esse esforço que fixa. Poucos minutos por dia rendem mais do que uma sessão longa de releitura.
Mapa Conceitual (MC) — ler · questões conceituais O mapa liga cada conceito ao instrumento que o mede e mostra a estrutura inteira da prática de uma vez. Ver como as peças se conectam organiza o que a leitura acabou de construir.
Inventário de Equipamento (IE) — o que vai na bancada Reconhecer cada instrumento pelo nome, pela função e pela menor divisão antes de manuseá-lo. Quem chega sabendo o que vai na bancada gasta os 100 minutos do Lab medindo, não descobrindo.
Checklist de Segurança (CS) — obrigatório · antes da bancada Segurança é pré-condição, não etapa: quem entra sabendo os cuidados e os EPIs da prática libera a atenção para o experimento — e protege a si e aos colegas de bancada.
Lab · na bancada, com o professor · 100 min
Construir o conhecimento com as mãos: montar, medir e registrar — com o professor sustentando o passo que você ainda não dá sozinho.
Roteiro de Bancada (RB) — execução · registrar os dados Registrar a medição com as próprias mãos, no momento em que ela acontece: o que a gente gera e anota fica mais do que o que a gente copia. A folha pode ser impressa para levar à bancada; o envio é digital.
Apresentação do Lab (AP) — roteiro dos 100 min · rever depois Atenção conjunta e fio condutor da sessão: o professor projeta a apresentação, explica e discute com você — e os slides ficam disponíveis para rever depois.
Infográficos de Bancada (IG) — painel e consultas · durante a prática Consulta visual no momento da dúvida: a resposta chega enquanto o problema ainda está na mão — e é assim que ela gruda.
Provinha (PR) — vale nota · fechamento do Lab Teste curto logo após a prática: consolida enquanto o traço ainda está fresco e mostra, ali mesmo, o que precisa voltar.
Pós-Lab · a partir do mesmo dia da prática
Transformar dados em conclusão. A memória não se fixa na bancada, e sim depois — em boa parte durante o sono.
Relatório Mínimo (RM) — vale nota · até 1 dia após o Lab · 1 página O que é revisto logo depois da prática entra na fila de consolidação da noite. É o “aula dada, aula estudada hoje” de Piazzi, aplicado aos dados da bancada — com um dia de folga para quem sai tarde do laboratório.
Relatório Completo (RC) — vale nota · até 6 dias após o Lab Repetição espaçada com elaboração: voltar aos dados quando a lembrança já começou a cair rende mais — e escrever a análise completa é gerar, não copiar.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho)
Desafio Pedagógico (DX) — opcional · desafio Aprofundamento para quem quer ir além: um problema de análise de dados que pede o método da trilha aplicado a uma situação nova. Fora do caminho numerado, de propósito — é convite, não obrigação.
Não pule nenhum objeto de aprendizagem. Se pulou, volte. Cada passo prepara o terreno do seguinte: sem o Ponto de Partida a leitura não encontra pergunta; sem o Pré-Lab a bancada vira receita seguida às cegas — e aqui, onde o experimento é o próprio objeto de estudo, sem previsão não há o que pôr à prova; sem o Relatório Mínimo os dados esfriam antes de virar conclusão. Pular um objeto de aprendizagem não adianta a trilha — atrasa. Se você pulou, volte ao passo que ficou para trás e siga dali.
Documentos
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Primeiro os documentos do curso, depois os desta disciplina e, por fim, as referências que sustentam este site. Cada documento tem PDF e QR próprios, para ler no celular. A legislação abre na página oficial do IFMG.
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) · guia + PDF integral
Matriz Curricular · os oito períodos
Regulamento Disciplinar Discente · resumo + PDF oficial
Legislação e Normas de Ensino · página oficial do IFMG
Ementa · em vigor e proposta
Plano de Ensino 2026.2 · objetivos, método e avaliação
A proposta de nova ementa está em análise pela Coordenação do Curso; até a aprovação, vale a ementa em vigor.
Referências
Referências são as obras em que este site se apoia. A Básica e a Complementar trazem a análise de dados e a física da bancada. A Metodológica traz o método de estudo. Os documentos e as normas trazem as regras do curso. Elas valem para conferir uma ideia, ir mais fundo ou citar no seu relatório.
Bibliografia Básica
LIMA, C. R. A.; ZAPPA, F. Análise de dados para laboratório de física . Juiz de Fora: UFJF, 2014. 57 p. Disponível em: https://www2.ufjf.br/carlos_lima/wp-content/uploads/sites/520/2019/01/analisedados.pdf. Acesso em: 13 set. 2026.
CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; SPEZIALI, N. L. Física experimental básica na universidade . 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
SANTORO, A. et al. Estimativas e erros em experimentos de física . 2. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.
Bibliografia Complementar
VUOLO, J. H. Fundamentos da teoria de erros . 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Laboratório virtual de física : mecânica. Fortaleza: UFC, 2020. Disponível em: https://www.laboratoriovirtual.fisica.ufc.br/. Acesso em: 13 set. 2026.
VAŠČÁK, V. Physics at school : I. Mechanics. Morávia: Vladimír Vaščák, [20--]. Disponível em: https://www.vascak.cz/?id=1&language=it#kapitola3. Acesso em: 13 set. 2026.
UNIVERSITY OF COLORADO BOULDER. PhET Interactive Simulations . Boulder: University of Colorado Boulder, 2002-. Disponível em: https://phet.colorado.edu/pt_BR/. Acesso em: 13 set. 2026.
Bibliografia Metodológica
BLOOM, Benjamin S. (org.). Taxonomia de objetivos educacionais : domínio cognitivo. Porto Alegre: Globo, 1972.
HEWITT, Paul G. Física conceitual . 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo : como o cérebro humano esculpiu o universo como nós o conhecemos. São Paulo: Crítica, 2020.
PIAZZI, Pierluigi. Aprendendo inteligência . São Paulo: Aleph, 2008.
PIAZZI, Pierluigi. Inteligência em concursos . São Paulo: Aleph, 2014.
Documentos e normas
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Legislação e normas de ensino . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/legislacao-e-normas-de-ensino. Acesso em: 14 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Calendário acadêmico 2026 . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/calendario-escolar/2026/. Acesso em: 14 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 14 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 14 set. 2026.
Epígrafes desta trilha
BACON, Francis. Novum Organum . Londres, 1620. Livro I, aforismo 1. Tradução brasileira (coleção Os Pensadores) a fixar.
CURIE, Marie; CURIE, Pierre. Cadernos de laboratório , 1899–1902. Paris: Bibliothèque nationale de France. (usada no Roteiro de Bancada desta trilha)
ROSA, João Guimarães. A Boiada . Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011. Edição fac-similar.
Música
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Por que estudar ouvindo? Miguel Nicolelis responde em O Verdadeiro Criador de Tudo : ciência e arte saem do mesmo lugar — o cérebro humano. E Pierluigi Piazzi, em Aprendendo Inteligência , acrescenta a parte prática: música sem letra não disputa com a leitura as áreas da linguagem. A palavra cantada rouba a palavra lida; a música instrumental sustenta, e some.
Daí a regra do projeto — uma trilha, uma música : ler, escrever e medir ouvindo música instrumental. A peça de cada trilha aparece na barra do topo dos OAs e na aba Música do Texto Temático.
O acervo — as oito playlists
1 Baden Powell — nos Afro-sambas cabem a bossa, o candomblé e a harmonia de câmara. Somar mundos é o ofício de quem estuda Física: a bancada mede, o caderno deduz, a mina explica por que importa.
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2 Yamandu Costa — improvisa porque conhece a estrutura até o último traste. Improviso não é sorte: é o nome da liberdade de quem estudou.
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3 Orquestra Ouro Preto — no ano 2000, numa cidade de igrejas barrocas e de uma escola de minas, o professor Ronaldo R. B. Toffolo e o compositor e bandoneonista argentino Rufo Herrera decidiram que Ouro Preto merecia uma orquestra sua. Deu certo: hoje ela leva a música brasileira ao repertório de concerto — de
Ritmos Brasileiros às óperas
Auto da Compadecida e
Hilda Furacão — e forma jovens músicos na Academia Jovem e no Núcleo de Apoio a Bandas. É, literalmente, uma casa: dos filhos de Ronaldo, Rodrigo rege a orquestra, Rodolfo é o violino solo e as gêmeas Marina e Mara também estão nos violinos. E é a casa desta escola. Ronaldo R. B. Toffolo foi aluno, professor e diretor-geral da Escola Técnica Federal de Ouro Preto — a instituição que hoje é o IFMG Campus Ouro Preto — e defende, hoje como então, a audição de música instrumental como hábito saudável. A orquestra da cidade nasceu, em boa parte, dentro de casa. Estudar Física com ela ao fundo é estudar ouvindo a própria escola.
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4 Filarmônica de Minas Gerais — noventa músicos, um único referencial de tempo, erro na casa dos milissegundos: ordem de grandeza, sincronia, medida.
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5 J. S. Bach — a fuga é a definição de sistema físico: muitas vozes, uma lei só.Playlist em preparação
6 W. A. Mozart — nada sobra, nada falta. Elegância é saber o que pode ser retirado sem quebrar o todo — no pentagrama e na montagem experimental.Playlist em preparação
7 L. van Beethoven — de quatro notas, uma sinfonia; de duas ou três letras, uma lei. Muda a escala; a lei, não. E a Nona, composta já na surdez, lembra: o modelo vem antes da medida.Playlist em preparação
8 Marco Antônio Araújo — violoncelista da Sinfônica de Minas e compositor que fez o barroco mineiro, a modinha e a seresta caberem no rock progressivo. A obra, interrompida aos 36 anos, ficou inacabada — e é isso que ela ensina a quem mede: nenhum experimento termina; toda medida com incerteza é um convite à medida seguinte.Playlist em preparação
No Laboratório de Mecânica, as trilhas seguem o acervo do primeiro laboratório do curso: cinco playlists em ciclo — Baden Powell, Yamandu Costa, Orquestra Ouro Preto, Filarmônica de Minas Gerais e Marco Antônio Araújo.
Ampliando o acervo — em preparação
Raphael Rabello (Petrópolis, 1962 — Rio de Janeiro, 1995) — primeiro registro profissional aos treze anos; discípulo de Dino 7 Cordas e parceiro de Radamés Gnattali, levou o violão de sete cordas do acompanhamento ao centro do palco. Morreu aos 32 anos, deixando uma obra relevante e inacabada.
Ineditismo
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
O que torna esta trilha inédita
1 Segunda etapa, primeira ponte O Laboratório de Mecânica é o segundo laboratório da Licenciatura em Física, no 4.º período, e o primeiro que caminha junto de uma disciplina teórica — a Mecânica I e II. Quem chega aqui já cursou o primeiro laboratório da Licenciatura: medir, estimar a incerteza, tabelar, graficar e ajustar uma curva já fazem parte do seu repertório.
2 De veículo a objeto Por isso o experimento muda de papel: deixa de ser veículo e passa a ser objeto . Mede-se para pôr à prova as leis da Mecânica — confrontar o modelo com o dado, decidir se a diferença cabe na incerteza e dizer o que o modelo deixou de fora.
3 Três paradas O Pré-Lab , feito em casa, prepara o experimento e a previsão do modelo. O Lab é a bancada, com o Roteiro de Bancada na mão. O Pós-Lab transforma o dado em relatório — é onde a previsão encontra a medida.
4 Uma pergunta a mais Quem estuda aqui vai ensinar Física, então cada trilha pergunta: o que desta bancada caberia numa sala de aula de ensino médio?
Boas-vindas — e sucesso na sua caminhada pelas Trilhas de Aprendizagem do Laboratório de Mecânica.
Créditos
Prisma decompondo a luz — Licenciatura em Física
Hierarquia institucional
1 Reitor Rafael Bastos Teixeira
2 Pró-Reitor de Ensino Mário Luiz Viana Alvarenga
3 Diretor-Geral do Campus Ouro Preto Reginato Fernandes dos Santos
4 Diretora de Ensino Talita Valadares
5 Coordenador da Área de Física Lázaro Souza Lima
6 Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física Daniel da Mota Neri
7 Vice-Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física Daniel Bretas Roa
Autor da Trilha
Julio Azevedo
Professor do Ensino Técnico e Tecnológico do IFMG, atuando na Área de Física do campus Ouro Preto desde 1985. Criador do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos (NIDEC) em 2016. Ex-aluno do Curso de Engenharia de Minas e do Curso de Física, ambos da UFOP.
Colaborador
Felipe Beato
Professor, pesquisador, colaborador do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos do IFMG campus Ouro Preto. Licenciado em Física, Mestre em Física dos Materiais.
Edição
1.ª edição — Ouro Preto, 2026