Estilo de aprendizagem ×
Conhecer o seu estilo de aprendizagem é descobrir como você prefere receber, processar e organizar o
que aprende — na bancada e fora dela. O Índice de Estilos de Aprendizagem de Felder e Soloman olha para quatro
dimensões, cada uma com dois polos:
Ativo ou Reflexivo Aprender montando e medindo com o grupo, ou pensando no procedimento antes de tocar no equipamento.
Sensorial ou Intuitivo Partir dos dados e dos instrumentos, ou do modelo e da hipótese.
Visual ou Verbal Lembrar melhor do gráfico, do esquema e da montagem, ou do roteiro escrito e da explicação falada.
Sequencial ou Global Seguir o Roteiro de Bancada passo a passo, ou ver o experimento inteiro antes de começar.
Ninguém é um polo só: cada um pende para um lado, com mais ou menos força, e isso muda com a prática. Não existe
estilo melhor nem pior.
Na licenciatura, vale duas vezes: conhecer o seu estilo ajuda a escolher como estudar, e lembrar que uma turma
tem todos os estilos ajuda a planejar a aula — o mesmo experimento contado pelo gráfico, pelo texto, pelos passos
e pelo quadro geral.
Com esse retrato, você escolhe estratégias (e usos da IA) que combinam com o seu jeito e treina, de propósito, o polo que usa menos. Em cada Etapa, responda e acompanhe como o seu perfil muda.
Responder o questionário20 perguntas · cerca de 5 min
Ver o painel do grupo
FELDER, R. M.; SOLOMAN, B. A. Index of Learning Styles Questionnaire . Raleigh: North Carolina State University.
Site
Site
O endereço do site é
nidecop-jafb.github.io /ilb-oa
Ele abre direto, sem senha nem cadastro. Nos OAs com envio, você se identifica só pelo RA.
Aponte a câmera do celular para o QR code para abrir o site.
Funciona no celular e no computador. Para instalar, toque no ícone Instalar , no topo.
Projeto
Ineditismo
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Método
Método de Estudo
A ordem não é burocracia: ela segue como o cérebro aprende — preparação (pergunta antes da resposta), construção ativa (recuperar em vez de reler) e consolidação (revisão no mesmo dia e revisões espaçadas, com o sono fazendo a parte dele).
Você dedica até 30 min em cada sessão de estudo no Pré-Laboratório, 100 min no Laboratório e até 30 min em cada sessão no Pós-Laboratório. Em todas, o botão Começar abre a página da sessão, com as três paradas estratégicas; no alto da tela, o cronômetro marca o tempo.
Pré-Lab · fazer em casa, antes da aula de bancada
Preparar o experimento antes de tocar no equipamento: chegar à bancada sabendo o que será medido, com qual instrumento e com quais cuidados.
Fase 1 · Aquecimento — até 10 min Comece organizando os materiais de estudo: Texto Temático, caderno de Física, caneta, lápis, borracha, régua e calculadora científica. Toque no cronômetro, no alto da tela, e aperte “Começar o aquecimento”. Sucesso no seu estudo!
Fase 2 · Estudo focado — até 15 min O cronômetro passa sozinho para o estudo focado: até 15 minutos.
Fase 3 · Atividade final — até 5 min Analise e refine: refaça o que errou na Folha de Atividades.
Começar · sessão do Pré-Laboratório
Os objetos de aprendizagem desta parada, nesta ordem:
Ponto de Partida (PP) — vale nota · antes do Lab · 10 minResponder antes de estudar cria erro produtivo: o cérebro marca a lacuna e passa a procurar a resposta durante todo o Pré-Lab. Testar antes de ensinar aumenta o que fica depois — e você vai usar isso na sua sala de aula.
Resumo em Áudio (MD) — ouvir · 3 a 5 minO áudio monta o esqueleto da prática antes da leitura. Com o mapa geral pronto, a memória de trabalho gasta menos esforço com a estrutura e sobra para o detalhe do procedimento.
Texto Temático (TT) — ler · a prática explicadaLeitura profunda sobre um esquema já ativado: ouvir e depois ler codifica o mesmo conteúdo por duas vias e deixa dois caminhos de recuperação.
Folha de Atividades (FA) — praticar · no aparelho ou impressaPraticar logo depois de ler: resolver o mesmo tipo de problema várias vezes, com dificuldade crescente e correção na hora, transforma a regra lida em procedimento automático — e deixa a cabeça livre, na bancada, para o que é novo.
Simulações (SM) — explorar · simulaçõesManipular a simulação antes da bancada: errar sem risco e ver o invisível. O experimento virtual prepara o gesto do experimento real.
Testinho (TN) — vale nota · antes do Lab · 10 minFecha o Pré-Lab medindo segurança e procedimento, com correção na hora. Erro corrigido na véspera vira aprendizagem; erro descoberto na bancada, risco.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho):
Cartões Didáticos (CD) — ler · revisão ativaRecuperação ativa: virar o cartão e tentar responder antes de conferir custa esforço — e é esse esforço que fixa. Poucos minutos por dia rendem mais do que uma sessão longa de releitura.
Mapa Conceitual (MC) — ler · questões conceituaisO mapa liga cada conceito ao instrumento que o mede e mostra a estrutura inteira da prática de uma vez. Ver como as peças se conectam organiza o que a leitura acabou de construir.
Inventário de Equipamento (IE) — o que vai na bancadaReconhecer cada instrumento pelo nome, pela função e pela menor divisão antes de manuseá-lo. Quem chega sabendo o que vai na bancada gasta os 100 minutos do Lab medindo, não descobrindo.
Checklist de Segurança (CS) — obrigatório · antes da bancadaSegurança é pré-condição, não etapa: quem entra sabendo os cuidados e os EPIs da prática libera a atenção para o experimento — e protege a si e aos colegas de bancada.
Lab · na bancada, com o professor · 100 min
Construir o conhecimento com as mãos: montar, medir e registrar — com o professor sustentando o passo que você ainda não dá sozinho.
Fase 1 · Aquecimento — até 10 min Comece organizando a bancada: os EPIs da prática, o Roteiro de Bancada, caderno de Física, caneta, lápis, borracha, régua e calculadora científica. Toque no cronômetro, no alto da tela, e aperte “Começar o aquecimento”. Sucesso no seu experimento!
Fase 2 · Experimento focado — até 80 min O cronômetro passa sozinho para o experimento focado: até 80 minutos.
Fase 3 · Atividade final — até 10 min Registre os dados no Roteiro de Bancada e organize a bancada.
Começar · sessão do Laboratório
Os objetos de aprendizagem desta parada, nesta ordem:
Roteiro de Bancada (RB) — execução · registrar os dadosRegistrar a medição com as próprias mãos, no momento em que ela acontece: o que a gente gera e anota fica mais do que o que a gente copia. A folha pode ser impressa para levar à bancada; o envio é digital.
Apresentação do Lab (AP) — roteiro dos 100 min · rever depoisAtenção conjunta e fio condutor da sessão: o professor projeta o roteiro e sustenta o passo que você ainda não dá sozinho — e os slides ficam disponíveis para rever depois.
Infográficos de Bancada (IG) — painel e consultas · durante a práticaConsulta visual no momento da dúvida: a resposta chega enquanto o problema ainda está na mão — e é assim que ela gruda.
Provinha (PR) — vale nota · fechamento do LabTeste curto logo após a prática: consolida enquanto o traço ainda está fresco e mostra, ali mesmo, o que precisa voltar.
Pós-Lab · a partir do mesmo dia da prática
Transformar dados em conclusão. A memória não se fixa na bancada, e sim depois — em boa parte durante o sono.
Fase 1 · Aquecimento — até 10 min Comece organizando os materiais de estudo: Texto Temático, caderno de Física, caneta, lápis, borracha, régua e calculadora científica. Toque no cronômetro, no alto da tela, e aperte “Começar o aquecimento”. Sucesso no seu estudo!
Fase 2 · Estudo focado — até 15 min O cronômetro passa sozinho para o estudo focado: até 15 minutos.
Fase 3 · Atividade final — até 5 min Analise e refine: revise o que errou no Relatório Mínimo antes do Relatório Completo.
Começar · sessão do Pós-Laboratório
Os objetos de aprendizagem desta parada, nesta ordem:
Relatório Mínimo (RM) — vale nota · até 1 dia após o Lab · 1 páginaO que é revisto logo depois da prática entra na fila de consolidação da noite. É o "aula dada, aula estudada hoje" de Piazzi, aplicado aos dados da bancada — com um dia de folga para quem sai tarde do laboratório.
Relatório Completo (RC) — vale nota · até 6 dias após o LabRepetição espaçada com elaboração: voltar aos dados quando a lembrança já começou a cair rende mais — e escrever a análise completa é gerar, não copiar.
Materiais de apoio desta parada (sem número no caminho):
Desafio Pedagógico (DX) — opcional · desafioAprofundamento para quem quer ir além: um problema de análise de dados que pede o método da trilha aplicado a uma situação nova. Fora do caminho numerado, de propósito — é convite, não obrigação.
Não pule nenhum objeto de aprendizagem. Se pulou, volte. Cada passo prepara o terreno do seguinte: sem o Ponto de Partida a leitura não encontra pergunta; sem o Pré-Lab a bancada vira receita seguida às cegas; sem o Relatório Mínimo os dados esfriam antes de virar conclusão. Pular um objeto de aprendizagem não adianta a trilha — atrasa. Se você pulou, volte ao passo que ficou para trás e siga dali.
Música
Música
Por que estudar ouvindo? Miguel Nicolelis responde em O Verdadeiro Criador de Tudo : ciência e arte saem do mesmo lugar — o cérebro humano. E Pierluigi Piazzi, em Aprendendo Inteligência , acrescenta a parte prática: música sem letra não disputa com a leitura as áreas da linguagem. A palavra cantada rouba a palavra lida; a música instrumental sustenta, e some.
Daí a regra do projeto — uma trilha, uma música : ler, escrever e medir ouvindo música instrumental. A peça de cada trilha aparece na barra do topo dos OAs e na aba Música do Texto Temático.
Ler Escrever Medir
O acervo — as oito playlists
1 · Baden Powell — nos Afro-sambas cabem a bossa, o candomblé e a harmonia de câmara. Somar mundos é o ofício de quem estuda Física: a bancada mede, o caderno deduz, a mina explica por que importa.
2 · Yamandu Costa — improvisa porque conhece a estrutura até o último traste. Improviso não é sorte: é o nome da liberdade de quem estudou.
3 · Orquestra Ouro Preto — no ano 2000, numa cidade de igrejas barrocas e de uma escola de minas, o professor Ronaldo R. B. Toffolo e o compositor e bandoneonista argentino Rufo Herrera decidiram que Ouro Preto merecia uma orquestra sua. Deu certo: hoje ela leva a música brasileira ao repertório de concerto — de Ritmos Brasileiros às óperas Auto da Compadecida e Hilda Furacão — e forma jovens músicos na Academia Jovem e no Núcleo de Apoio a Bandas.
É, literalmente, uma casa: dos filhos de Ronaldo, Rodrigo rege a orquestra, Rodolfo é o violino solo e as gêmeas Marina e Mara também estão nos violinos.
E é a casa desta escola. Ronaldo R. B. Toffolo foi aluno, professor e diretor-geral da Escola Técnica Federal de Ouro Preto — a instituição que hoje é o IFMG Campus Ouro Preto — e defende, hoje como então, a audição de música instrumental como hábito saudável. A orquestra da cidade nasceu, em boa parte, dentro de casa. Estudar Física com ela ao fundo é estudar ouvindo a própria escola.
4 · Filarmônica de Minas Gerais — noventa músicos, um único referencial de tempo, erro na casa dos milissegundos: ordem de grandeza, sincronia, medida.
5 · J. S. Bach — a fuga é a definição de sistema físico: muitas vozes, uma lei só.
6 · W. A. Mozart — nada sobra, nada falta. Elegância é saber o que pode ser retirado sem quebrar o todo — no pentagrama e na montagem experimental.
7 · L. van Beethoven — de quatro notas, uma sinfonia; de duas ou três letras, uma lei. Muda a escala; a lei, não. E a Nona, composta já na surdez, lembra: o modelo vem antes da medida.
8 · Marco Antônio Araújo — violoncelista da Sinfônica de Minas e compositor que fez o barroco mineiro, a modinha e a seresta caberem no rock progressivo. A obra, interrompida aos 36 anos, ficou inacabada — e é isso que ela ensina a quem mede: nenhum experimento termina; toda medida com incerteza é um convite à medida seguinte.
Na ILB, uma playlist por Etapa — Orquestra Ouro Preto na Etapa 1 (Metrologia), Filarmônica de Minas Gerais na Etapa 2 (Estática) e Marco Antônio Araújo na Etapa 3 (Cinemática e Dinâmica). A T0A fica fora do ciclo, com Bach.
Ampliando o acervo — em preparação
Raphael Rabello (Petrópolis, 1962 — Rio de Janeiro, 1995) — primeiro registro profissional aos treze anos; discípulo de Dino 7 Cordas e parceiro de Radamés Gnattali, levou o violão de sete cordas do acompanhamento ao centro do palco. Morreu aos 32 anos, deixando uma obra relevante e inacabada.
ILB-T0A · Bach — Concerto Italiano (BWV 971)
Etapa 1
Etapa 1 · Metrologia
As trilhas desta etapa, na ordem em que você vai fazê-las.
T0D · Densidade dos Cilindrosem preparação
Etapa 2
Etapa 2 · Estática
As trilhas desta etapa, na ordem em que você vai fazê-las.
T01 · Forças da Mecânica Clássica: Peso, Tração, Elástica e Empuxoem preparação
T02 · Forças da Mecânica Clássica: Compressão (Normal, Atrito), Aerodinâmica (Sustentação, Arrasto)em preparação
T03 · Equilíbrio Estático de Ponto Materialem preparação
T04 · Equilíbrio Estático de Corpo Extensoem preparação
Etapa 3
Etapa 3 · Cinemática e Dinâmica
As trilhas desta etapa, na ordem em que você vai fazê-las.
T05 · Encontro de Pontos Materiaisem preparação
T06 · Movimento sob Forças Constantesem preparação
T07 · Movimento Circular Uniforme (MCU)em preparação
T08 · Queda e Lançamentosem preparação
Documentos
Documentos
Primeiro os documentos do curso, depois os desta disciplina e, por fim, as referências que sustentam este site. Cada documento tem PDF e QR próprios, para ler no celular. A legislação abre na página oficial do IFMG.
Projeto Pedagógico do Curso (PPC) · guia + PDF integral
Matriz Curricular · os oito períodos
Regulamento Disciplinar Discente · resumo + PDF oficial
Legislação e Normas de Ensino · página oficial do IFMG
Ementa · em vigor e proposta
Plano de Ensino 2026.2 · objetivos, método e avaliação
Temas e Trilhas · as 3 Etapas e as 12 trilhas
Calendário 2026.2 · os 16 encontros
Matriz de Música · uma playlist por Etapa
A proposta de nova ementa está em análise pela Coordenação do Curso; até a aprovação, vale a ementa em vigor.
Referências
Referências são as obras em que este site se apoia. A Básica e a Complementar trazem a física do laboratório. A Pedagógica Científica traz o método de estudo. Os documentos e as normas trazem as regras do curso. Elas valem para conferir uma ideia, ir mais fundo ou citar no seu relatório.
Bibliografia Básica
CAMPOS, A. A.; ALVES, E. S.; SPEZIALI, N. L. Física experimental básica na universidade . 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.
PIACENTINI, J. J. et al. Introdução ao laboratório de física . 2. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2018.
SANTORO, A. et al. Estimativas e erros em experimentos de física . 2. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.
Bibliografia Complementar
HEWITT, P. G. Física conceitual . 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. L. Feynman: lições de física . Porto Alegre: Bookman, 2008. v. 1, 2 e 3.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física : mecânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016. v. 1.
Bibliografia Pedagógica Científica
BLOOM, Benjamin S. (org.). O desenvolvimento de talentos na juventude . Porto Alegre: Globo, 1988.
HEWITT, Paul G. Física conceitual . 12. ed. Porto Alegre: Bookman, 2015.
NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo : como o cérebro humano esculpiu o universo que conhecemos. São Paulo: Planeta, 2020.
PIAZZI, Pierluigi. Aprendendo inteligência : manual de instruções do cérebro para estudantes em geral. São Paulo: Aleph, 2008.
Documentos e normas
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Legislação e normas de ensino . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/legislacao-e-normas-de-ensino. Acesso em: 16 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Calendário acadêmico 2026 . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/ensino/calendario-escolar/2026/. Acesso em: 16 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, [202-?]. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 16 set. 2026.
INSTITUTO FEDERAL DE MINAS GERAIS. Campus Ouro Preto. Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura em Física . Ouro Preto: IFMG, 2026. Disponível em: https://ouropreto.ifmg.edu.br/ouropreto/cursos/graduacao/licenciatura-em-fisica. Acesso em: 16 set. 2026.
Créditos
Créditos
Reitor
Rafael Bastos Teixeira
Pró-Reitor de Ensino
Mário Luiz Viana Alvarenga
Diretor-Geral do Campus Ouro Preto
Reginato Fernandes dos Santos
Diretora de Ensino
Talita Valadares
Coordenador da Área de Física
Lázaro Souza Lima
Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física
Daniel da Mota Neri
Vice-Presidente do Colegiado do Curso de Licenciatura em Física
Daniel Bretas Roa
Autor da Trilha
Julio Azevedo — Professor do Ensino Técnico e Tecnológico do IFMG, atuando na Área de Física do campus Ouro Preto desde 1985. Criador do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento de Experimentos Científicos (NIDEC) em 2016. Ex-aluno do Curso de Engenharia de Minas e do Curso de Física, ambos da UFOP.
Edição
1.ª edição — Ouro Preto, 2026
Introdução ao Laboratório · Licenciatura em Física
Trilhas de Aprendizagem
Trilhas de Aprendizagem são percursos de estudo construídos para orientar, apoiar e avaliar a sua caminhada pelo mundo da Física.
Nas abas da lateral esquerda estão, nesta ordem: o site (endereço, QR code, projeto e ineditismo), o método de estudo, a música para estudar, as três etapas com as suas trilhas, os documentos do curso e da disciplina — com as referências usadas na construção do site — e os créditos.
Escolha uma trilha e explore os objetos de aprendizagem na ordem numerada , sem pular nenhum — a ordem segue como o cérebro aprende. Se pulou, volte.
Sucesso no seu estudo.
Etapa 1 · Metrologia
T0A · Boas-vindas à Física Experimental
Pré-Lab · fazer em casa, antes do encontro
Lab · na bancada, com o professor · 100 min
T0B · O Sistema Internacional e o Quadro Geral de Unidades
Pré-Lab · fazer em casa, antes do encontro
Lab · na bancada, com o professor · 100 min
Pós-Lab · a partir do mesmo dia da prática
T0C · A matemática da medida
Pré-Lab · fazer em casa, antes do encontro
T0D · Densidade dos Cilindros em preparação
Etapa 2 · Estática
T01 · Forças da Mecânica Clássica: Peso, Tração, Elástica e Empuxo em preparação
T02 · Forças da Mecânica Clássica: Compressão (Normal, Atrito), Aerodinâmica (Sustentação, Arrasto) em preparação
T03 · Equilíbrio Estático de Ponto Material em preparação
T04 · Equilíbrio Estático de Corpo Extenso em preparação
Etapa 3 · Cinemática e Dinâmica
T05 · Encontro de Pontos Materiais em preparação
T06 · Movimento sob Forças Constantes em preparação
T07 · Movimento Circular Uniforme (MCU) em preparação
T08 · Queda e Lançamentos em preparação
Lista de presença
Sugestões de aprimoramento